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quinta-feira, 24 de junho de 2021

Filmes incompreendidos do cinema brasileiro


Filmes incompreendidos do cinema brasileiro

Por Gibran Teske

O Dia do Cinema Brasileiro foi comemorado no dia 19 de junho e como sempre tem gente que fez aquelas listas com os mesmos filmes de sempre: Cabra Marcado para Morrer? Bacurau? Aquarius? Cidade de Deus? Tropa de Elite 1 e 2? O Auto da Compadecida? Deus e o Diabo na Terra do Sol?

Desculpa, mas a minha lista é dos filmes que são ignorados ou pouco citados por essas listas repetitivas

Obs: Essa é a minha opinião 😁

Vamos aos filmes que realmente são incompreendidos

- Cinderela Baiana

Abrindo a lista temos esse que é um clássico incompreendido do cinema brasileiro dos anos 90 que foi protagonizado pela Carla Perez que na época era dançarina do É o Tchan


- Amor Estranho Amor

O famoso filme da Xuxa que gerou uma enorme polêmica, eu coloquei esse longa do Walter Hugo Khouri nessa lista porque ele é um clássico incompreendido do cinema brasileiro por conta dessa controvérsia causada por uma cena dele. Esse drama de época é muito bem feito e vale a pena assistir

- Fuscão Preto

O segundo filme da fase adulta da Xuxa nos cinemas é baseado na famosa versão da música Fuscão Preto gravada pelo Almir Rogério, mas é um clássico incompreendido do cinema nacional

- Super Xuxa contra o Baixo Astral

Dos filmes da fase infantil/infanto juvenil da Xuxa esse é o melhor junto com o Lua de Cristal, pois tem muitas cenas marcantes, e apesar do sucesso foi muito incompreendido e detonado pela crítica na época assim como o Xuxa e os Duendes de 2001 que novamente teve o Guilherme Karan como vilão. 

- Histórias que Nossas Babás Não Contavam


"Rainha (gesto de transar): Executa 
Rainha (gesto de cortar a cabeça): E depois, executa "


Esse diálogo é desse inspirado e incompreendido clássico da comédia brasileira que satiriza o clássico conto de fadas Branca de Neve. Uma das coisas que o cinema brasileiro faz muito bem (ou não como o  caso do Copa de Elite e do Totalmente Inocentes) são paródias como o mais recente Cabras da Peste

- Pequeno Segredo

Esse incompreendido e emocionante filme baseado no livro homônimo que fala sobre a filha mais nova da família Schurman foi massacrado pelos "cinéfilos" que ficaram revoltados ao descobrirem que foi escolhido para representar o Brasil no Oscar pelo governo do então presidente Michel Temer no lugar do Aquarius alegando que o longa do Kleber Mendonça Filho era mais adequado por ser premiado

- O Amuleto

Esse é um filme de terror brasileiro que foi muito incompreendido já que ele aborda uma das lendas mais famosas de Florianópolis que a fez ser conhecida como Ilha da Magia: a bruxaria. Como manezinho da ilha fiquei feliz de ver a Praia de Moçambique como cenário desse filme, porém o que me decepcionou foi a ausência do sotaque manezinho e das expressões manézinhas. 

- Turma da Mônica: Laços

A incompreendida adaptação da graphic novel homônima feita pelo Daniel Rezende não escapou da fúria dos "cinéfilos" que resolveram detonar com deboche as características físicas do elenco mirim 

- Os Trapalhões no Auto da Compadecida

Várias listas só lembram do filme O Auto da Compadecida, mas ignoram essa jóia do cinema nacional estrelada pelos Trapalhões que foi fiel ao texto original da peça do Ariano Suassuna. São muitos filmes dos Trapalhões que se tornaram clássicos e foram sucesso de bilheteria, mas esse foi incompreendido

- Inspetor Faustão e o Mallandro - A Primeira (e única) missão

Coloque o Faustão como um feirante que vira inspetor, uma codorna rara que bota um ovo em que todos falam a verdade, junto com o Sergio Mallandro querendo virar cantor além de ter uma dupla de cachorros chamada Inflação e Salário Mínimo que nós temos o filme mais incompreendido dos anos 90. Ele não poderia ficar de fora dessa lista e é com ele que irei fechar com chave de ouro

domingo, 16 de agosto de 2020

15 anos do American Pie: Tocando a Maior Zona (especial)

Foto: Reprodução/Universal

 

Me abre
Me fecha
Me chama de gaveta

15 anos do American Pie: Tocando a Maior Zona (especial)

Por Gibran Teske 

Amada por uns e odiada por muitos decidi aproveitar a notícia do trailer do novo filme da franquia paralela da cinessérie American Pie conhecida como American Pie presents que passou a apresentar os familiares do carismático Steve Stifler para falar do meu spin off preferido.

Senta que lá vem história. Vamos falar dessa franquia primeiro

Em 2005 dois anos depois do estrondoso sucesso das desventuras do atrapalhado Jim Levenstein em seu próprio casamento  no American Pie - O Casamento nos cinemas em 2003 a Universal decidiu criar uma franquia paralela toda focada na família Stifler chamada American presents começando com o American Pie: Tocando a Maior Zona (American Pie presents Band Camp) conhecido como American Pie 4. Além dele também teve o American Pie: O Último Stifler Virgem (American Pie presents The Naked Mile) conhecido como American Pie 5, American Pie: Caindo em Tentação (American Pie presents Beta House) conhecido como American Pie 6, e o American Pie: O Livro do Amor (American Pie presents The Book of Love) conhecido como American Pie 7. Todos spin offs são bem divertidos

Chega de papo e vamos ao que interessa

"So I, I feel like an aeroplane, above the rain"

Eu devo estar me perguntando: Por que raios decidi falar do American Pie: Tocando a Maior Zona que nem é da franquia principal e fazer um especial completo sobre ele? Simples, primeiro motivo que de todos esse é o meu American Pie presents preferido e o segundo motivo é que esse filme vai completar 15 anos no dia 26 de dezembro que foi o dia do lançamento dele em dvd

O American Pie: Tocando a Maior Zona é o melhor de todos os quatro spin offs (Essa é a minha opinião pessoal)

Muitos dizem que o American Pie: Tocando a Maior Zona é o pior dos spin offs, eu discordo. Todos os elementos que consagraram a franquia dos cinemas estão lá (No próximo tópico falarei das referências que encontrei nele) e sinceramente eu o considero o melhor de todos os spin offs. Assim como os da quadrilogia que foi pros cinemas ele equilibra perfeitamente entre o besteirol e o romance. Já os dois protagonizados pelo Erik Stifler forçaram um pouco a barra em algumas piadas sexuais (não vou falar do American Pie 7 porque não assisti inteiro). Enfim pra completar esse tópico antes de continuar o American Pie 4 além do American Pie 7 é o que mais se aproxima da franquia principal dos cinemas

"Play that funky music, white boy"

Referências à franquia principal

No tópico anterior eu disse que o American Pie: Tocando a Maior Zona é o que mais se aproxima da quadrilogia principal e aqui vão as principais referências que encontrei nele (uma delas por sinal é uma dica do que aconteceu com o Jim Levenstein e a Michelle Flaherty no American Pie - O Reencontro)

Música tema em versão instrumental : A música que a banda da East Great Falls tenta tocar na apresentação sabotada pelo Matt é a Laid a música tema da franquia  American Pie

A tradicional humilhação nojenta sofrida por um Stifler: Assim como o Steve Stilfer nos quatro filmes principais o Matt também sofreu uma humilhação nojenta. Ele bebe 
saliva pensando que é refrigerante 

Uma vez no acampamento de bandas...:
 A  clássica história que a Michelle Flaherty contou no primeiro American Pie é lembrada no American Pie: Tocando a Maior Zona. Nele um amigo do Matt comentou que  a Michelle Flaherty gostava de se esconder pra se masturbar com uma flauta nisso o Matt ficou pensando que Elyse faz a mesma coisa com o Picardo ao ver a caixa chamativa

Um pequeno spoiler do American Pie - O Reencontro:  Quando chega no acampamento de bandas o pai do Jim revela para o Matt que vai se tornar avô e por isso ele assumiu temporariamente a função de Macro. No American Pie - O Reencontro o Jim Levenstein e a Michelle Flaherty tem um filho

Referência ao American Pie 2: Na lanchonete quando começam a tirar onda da cara do Matt por ter uma paixão platônica pela Elyse o próprio Matt cita que um amigo do Steve (Jim Levenstein) se apaixonou pela ninfo da banda (Michelle Flaherty) e foi até o acampamento de bandas se declarar 

Outra referência ao American Pie 2: O pai do Jim reconhece Matt na cena que o Matt chega ao acampamento de bandas

Mais uma referência ao American Pie 2: A locação do acampamento onde se passa todo o American Pie: Tocando a Maior Zona é a mesma do segundo 

A famosa cena da torta citada:
 O pai do Jim conta ao Matt e a Elyse sobre um infame momento que aconteceu na cozinha dele (a famosa cena da torta do primeiro American Pie)  e depois fala o seu famoso bordão  motivacional

Outra referência ao American Pie (o primeiro filme): A locação da escola é a mesma do primeiro filme

Agora  vamos falar sobre o próprio filme

No filme que inaugura a série American Pie presents Matt Stifler é o protagonista da vez e depois de sabotar a apresentação da banda da escola ele vai parar no acampamento de bandas (o Band Camp do título original) para continuar com a idéia de seguir os negócios do seu irmão, porém acaba se apaixonando pela Elyse uma jovem determinada que sonha estudar num conservatório

Na época que foi lançado o American Pie: Tocando a Maior foi muito criticado por não ter a presença do elenco principal, mas como eu havia escrito acima é o que mais se aproxima dos filmes principais tanto que o Chris Owen (O Sherminator) e o Eugene Levy (O Noah Levenstein) fazem um cameo. Além desse o pai do Jim também apareceu nos outros filmes seguintes. Voltando ao filme esse filme é o melhor de todos os spin offs porque demonstrou o amadurecimento da franquia

É isso



sábado, 6 de junho de 2020

Especial jogos difíceis dos videogames


Especial jogos difíceis dos videogames

Por Gibran Teske

O Cinema Trônico não é apenas sobre cinema, seriados, quadrinhos e música (me deu preguiça de fazer notícias disso apesar de ter muitas) como podem ver fiz 3 artigos sobre jogos de videogame  então inspirado no gameplay do Cuphead eu resolvi fazer esse especial sobre jogos difíceis. 

Esse especial é para aquele que tem vontade de quebrar o controle de tão difícil que é o jogo

Vamos a eles.

Battletoads - Nintendinho: Vamos abrir a lista com esse jogo do Nintendinho que é obrigatório em todas as listas de jogos mais difíceis dos videogames. O jogo que rendeu o aclamado Battletoads in Battlemaniacs do Super Nintendo tem algumas fases desafiadoras, porém a mais difícil delas e que também está no Battletoads in Battlemaniacs é uma quando eles estão em uma espécie de jetski e não pode esbarrar nos muros. Essa é a fase mais odiada pelos jogadores

Beetlejuice - Nintendinho: Os jogos de 8 bits realmente são os mais desafiadores isso não é diferente com o jogo do Nintendinho que adapta o clássico Os Fantasmas Se Divertem

Ghost N Goblins - Nintendinho: Outro clássico obrigatório das listas de jogos mais difíceis para ver o final verdadeira da saga do cavaleiro Artur você tem que zerar ele na dificuldade normal e na dificuldade difícil. Ou seja tem que ter muita paciência

Mega Man and Bass - Super Nintendo/GBA:  Eu ia citar a franquia principal e a franquia Mega Man X, mas escolhi o Mega Man and Bass que foi lançado para o Super Nintendo e o Game Boy Advance porque ele é difícil pra caramba, afinal estamos falando da famosa franquia da Capcom  que é conhecida por sua dificuldade desafiadora que exige muita paciência dos jogadores

Maniac Mansion - PC/Nintendinho:  Por incrível que pareça esse clássico adventure da LucasArts de 1987 que fez muito sucesso no Nintendinho é difícil de jogar simplesmente por você ter que mexer no cursor pra poder fazer uma ação como por exemplo movimentar os personagens, além disso tem partes do jogo que se vacilar o personagem é preso no calabouço da mansão. Sem contar que para acessar o laboratório onde está a Sandy (a namorada do protagonista Dave) o personagem tem que bater um recorde em um fliperama e esse recorde é a senha para poder entrar lá

Phantasy Star - Master System/GBA: Não se engane pela capa da fita que tem uma ilustração que parece rótulo de catuaba (clichê típico dos americanos quando lançam RPGs japoneses nos EUA) do primeiro jogo dessa grande franquia de jRPG da Sega. O primeiro Phantasy Star lançado em 1987 que conta a saga da jovem Ali é difícil pra caramba e nele tem partes que você tem que encarar labirintos estilo adventure (como as cabanas do jogo da franquia Sexta-Feira 13 pro Nintendinho)

Sexta-Feira 13 - Nintendinho: Já que citamos esse clássico jogo de 1989 sendo lançado um ano após o lançamento do sétimo filme da franquia  não pude deixá-lo de fora da lista pela sua dificuldade que é enorme além de enfrentar criaturas que cruzam o seu caminho você também tem que ter um baita trabalho pra derrotar o icônico Jason Voohrees e a cabeça da Pamela Voohrees

The Simpsons: Bart's Nightmare - Super Nintendo/Mega Drive: Como já havia feito o artigo do Bart vs Space Mutants dessa vez nessa lista aqui vou citar outro jogo dos Simpsons que é difícil pra caramba. Nesse clássico  o Bart tem que recuperar as folhas do seu caderno em seu próprio pesadelo, pois bem para fazer essa tarefa tem que passar por fases bem difíceis que estão em portas coloridas

Astérix - Super Nintendo:  Sim o jogo do simpático guerreiro gaulês dos quadrinhos para o Super Nintendo assim como o jogo pro Master System (que é diferente desse) é bem difícil e tem que ter muita paciência pra jogar. Tem uma fase que você tem que encarar uma montanha russa

Prince of Persia - Super Nintendo: A versão pro Super Nintendo desse clássico da Ubisoft é mais difícil que a versão original pra PC. Assim como no original você tem que tomar cuidado com os obstáculos e pra piorar tudo tem que torcer para chegar até a princesa antes da areia acabar na ampulheta

Prince of Persia 2 - Continuação da versão do Super Nintendo e a dificuldade é maior

Final Fantasy: Mystic Quest - Super Nintendo: Spin off da famosa série Final Fantasy da Squaresoft (atual Square Enix) que é um pouco difícil em algumas partes como numa cidade que você tem que montar uma ponte de gelo pra poder prosseguir ou achar um templo com símbolo de signos.

Chrono Trigger - Super Nintendo: Não basta apenas ter uma boa história o melhor RPG de todos os tempos também tem umas partes bem difíceis como dar 3 voltas no sentido horário para o Spekkio liberar as magias dos personagens, passar por um mini jogo para ganhar o ovo que dá nome ao jogo

Alex Kidd in Miracle World - Master System: Esse clássico do Master System de 1986 eu joguei no emulador de Mega drive/Master System e é difícil pra caramba tem que ter muita paciência

Super Mario Bros - Nintendinho/Super Nintendo: O clássico jogo solo do Mario que em 2020 está completando 35 anos é bem desafiador, porém quando chega na última fase ele se torna difícil

Super Mario Bros 2  (versão americana) e Super Mario Bros 2: The Lost Levels (versão japonesa)  - Nintendinho/Super Nintendo: A versão americana  do 2 tem que ter muita paciência pra jogar apesar do final ruim. Já a continuação original do clássico de 1985 é muito mais difícil que o primeiro. 

Super Mario Bros 3 - Nintendinho/Super Nintendo: Amado pelos fãs do Mario esse é o mais casca grossa da trilogia clássica do Mario pro Nintendinho. As fases são bem desafiadoras e sendo que a primeira do oitavo e último mundo é o terror dos jogadores. Ou seja pra passar dela tem que ser na raça

Super Mario World - Super Nintendo: O clássico jogo do Super Nintendo é outro jogo bem desafiador e que tem fases secretas bem casca grossa. Pra isso você tem que completar toda a Star Road

Crash Bandicoot: O simpático marsupial dos games estreou no Playstation 1 com o jogo que leva o seu nome e sobrenome além de ser conhecido pela dificuldade alta. O jogo virou trilogia e depois de mais uns jogos o icônico personagem está de volta em Crash Bandicoot 4: It's About Time

Trilogia Donkey Kong Country - Super Nintendo/GBA:  O carismático gorila que é neto do Cranky Kong estreou em 1994 em um jogo que revolucionou pelos gráficos belíssimos e rendeu uma aclamada trilogia. Além disso os três jogos tem fases bem desafiadoras e difíceis.

Trilogia Dark Souls -  Playstation 3/Playstation4/PC/Xbox: A recente trilogia de RPG de mundo aberto não poderia ficar de fora dessa lista. A sua dificuldade extrema tornou a trilogia muito popular

Cuphead - Xbox/PS4/Nintendo Switch/PC: E fechando a lista com chave de ouro essa obra prima protagonizada pelo Cuphead que quase fez os jogadores quebrarem o controle e dispensa apresentações mistura Run' N Gun, lutas de chefes e dificuldade alta com jazz e visual dos desenhos dos anos 30








sábado, 16 de maio de 2020

Breath of Fire: Onde tudo começou

Os carismáticos protagonistas do Breath of Fire: Nina, Bo, Mogu, Ryu, Ox, Gobi, Karn e Bleu
Foto: Reprodução/Capcom
Fonte: Nintendo Blast

Breath of Fire: Onde tudo começou

Por Gibran Teske

Sim senhoras e senhores o Cinema Trônico irá falar do Breath of Fire que foi lançado primeiro em 1993 no Japão para o SNES e em 1994 o clássico jRPG da Capcom foi lançado em parceria com a Squaresoft (atual SquareEnix)  para os jogadores do mercado americano. No mesmo ano foi lançado o Breath of Fire II para o mesmo videogame, em 1997 a franquia migrou para o Playstation 1 com o Breath of Fire 3 e teve mais três continuações: Breath of Fire 4  de 2000 também para o Playstation1, o fraco Breath of Fire: Dragon Quarter para o Playstation 2 lançado em 2002 e o fiasco Breath of Fire 6 que foi um jogo de MMORPG fazendo a Capcom infelizmente deixar a franquia na geladeira

Então chega de papo e vamos logo falar desse jogo que assim como o 2 é inesquecível

História do jogo:

A história fala sobre dois clãs de dragões Dragões da Luz e Dragões Negros que estão em pé de guerra após o rapto da jovem Sara a mando de Zog  o irmão dela Ryu é o único que pode acabar com isso além disso paralelamente há uma ameaça muito maior uma poderosa Deusa chamada Myria ou Tyr precisando de 6 chaves. Para encarar essa difícil jornada Ryu conta com a ajuda da Princesa Nina de Windia e outros amigos

Sobre o jogo:


Trama do jogo


A trama do Breath of Fire é uma boa e simples fantasia medieval com todos os clichês dela monstros, magias, castelos além ter elementos de tecnologia que também está presente nas continuações exceto no Dragon Quarter. Além disso a história do Breath of Fire dá pequenas dicas da trama da Nina do Breath of Fire 2. Já o final ruim tem ligação direta com o Breath of Fire 3 em que a Myria/Godess/Tyr retorna como vilã principal pela última vez se despedindo da franquia.
Sistema de inventário e banco

Uma das boas coisas do Breath of Fire quando eu estava jogando ele no emulador (o bom e literalmente velho, mas bugado Zsnes) é que você pode organizar os seus itens sem deixar o inventário uma bagunça separando os itens importantes como as chaves dos itens básicos que você precisa para progredir no jogo como as ervas. Se o jogador tem dúvidas dos itens o sistema de inventário responde ela na hora. Nos jogos da franquia tem outra coisa legal há um banco em que você pode depositar dinheiro ou equipamentos que os personagens deixaram de usar durante a jornada deles já que vai chegar uma hora que a mochila que o Ryu carrega (o sistema de inventário do jogo) fica cheia

 Dificuldade do Breath of Fire

Agora chegamos no tópico que vou dar a minha opinião sincera sobre a dificuldade do Breath of Fire pela experiência de jogar ele no saudoso  Zsnes: Eu realmente considero o primeiro Breath of Fire o mais difícil entre os dois primeiros jogos da franquia que foram lançados para o Super Nintendo. Vou dar um exemplo para vocês terem uma idéia do drama que é jogar o Breath of Fire: No robô de pedra após o General destruir Tuntar ele se irrita com a rebeldia do robô e se transforma no chefe mais forte e mais difícil do jogo chamado Gremlin. Outro exemplo dramático que o jogador vai encarar nesse jogo: No segundo mundo dos sonhos na torre você vai para uma porta, pois bem meus amigos. O Ryu e o grupo é obrigado a entrar por essa porta e encarar um longo e chatíssimo labirinto de cristal com partes giratórias e batalha o tempo todo que exige muita paciência. 

Personagens do Breath of Fire

A galeria de personagens da franquia Breath of Fire é muito boa o que faz ela ser muito especial com tramas recheadas de humor e drama. Isso tudo é graças aos carismáticos personagens do primeiro jogo o sucesso foi tanto que eles retornaram no Breath of Fire 2 sendo apenas a Bleu que volta a ser personagem controlável

Com isso eu encerro esse especial

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Breath of Fire 2 o melhor dos dois primeiros jogos

Jean, Rand, Sten, Katt, Ryu, Nina, Spar e Bow. Os inesquecíveis protagonistas do Breath of Fire 2

Foto: Reprodução/Capcom
Fonte: Wikipédia


""Sortudo! Que bonito! Estava cansada de cães e gatos"


Breath of Fire 2  o melhor dos dois primeiros jogos

Por Gibran Teske

Eu havia falado do Breath of Fire que fez muito sucesso em 1993 e foi bem elogiado na época. Agora eu vou falar da sua continuação o também aclamado Breath of Fire II também conhecido como Breath of Fire II: The Fated Child. Sinceramente falando dos dois jogos da franquia Breath of Fire pro SNES o Breath of Fire 2 é muito melhor que o primeiro


História: 
500 anos após a derrota da Deusa Tyr uma misteriosa religião chamada Evanismo surge. Nisso um menino que é o último descendente do clã dragão chamado Ryu Bateson vai atrás da sua irmã Yua dando de cara com um dragão, porém quando ele aceita o pedido do dragão as coisas mudam: As pessoas de Gate não lembram mais do Ryu e um misterioso padre assumiu o lugar do Ganer (o pai do Ryu), então em uma noite Ryu conhece o Bow até que os dois decidem fugir até que na caverna a dupla dá de cara com uma criatura estranha que os deixam desmaiados. Dez anos depois Ryu e Bow são caçadores de recompensa e um misterioso assalto é o inicio de uma inesquecível jornada

Sobre o jogo

Eu falei ali em cima que o Breath of Fire II é o melhor dos dois jogos lançados para o SNES e é muito melhor que o primeiro vou explicar através desses tópicos

Personagens do jogo 

O primeiro Breath of Fire tem personagens bons e clássicos, mas os personagens do Breath of Fire 2 são muito mais carismáticos com um sarcasmo afiado além de ter uma trama própria muito boa como o Jean que nos brinda com a melhor e mais divertida parte do jogo. Aliás personagens do primeiro jogo Ox, Bleu, Nina, Karn e Bo retornam. A Nina do 1 aparece na missão do Grande Pássaro é ela que a Nina do 2 enfrenta já o Karn e o Bo aparecem em uma casa na Ilha dos Gigantes. O Ox aparece em Gantz. Dos cinco que acompanharam o Ryu  do 1 apenas a Bleu é que se junta ao grupo

Ryu Bateson: É o protagonista principal do jogo e também a criança destinada da trama assim como no primeiro ele tem habilidade de transformar em dragões e pode pescar itens importantes. Aqui a habilidade principal dele consome todo o AP o que é muito ruim na parte final do jogo

Bow: Ele é o melhor amigo do Ryu Bateson e pode caçar no minigame de caça. Ele protagoniza vários momentos cômicos no decorrer do jogo

Katt:  Uma Woren de personalidade muito forte e demonstra impaciência em alguns momentos do jogo. Ela é útil para quebrar paredes e também pode participar do minigame de caça

Rand: Um homem tatu que te ajuda resgatar a Katt em Coursair. Ele é bom para fugir de batalhas quando está rolando

Nina: É descendente direta da Nina do Breath of Fire 1. Ela possui asas negras e sua história no jogo é um pouco triste por esse detalhe. Apesar do ataque fraco ela é ótima em magias de ataque

Jean: Um sapo humanóide que foi enfeitiçado por uma bruxa e luta para recuperar o seu posto de príncipe na missão mais divertida do jogo. Ele é bom para andar em pequenos lagos e pular falésias

Sten: É o alívio cômico do grupo e é muito útil para passar em falésias. Tem uma enorme importância na missão da dieta da Rainha de Tunlan

Spar: Completando o grupo Spar é uma mulher planta (na versão americana é um homem) que foi presa em um circo. Além de falar com plantas a sua habilidade no mapa é a mesma do Bo

Trama do jogo

Que trama maravilhosa caros leitores. Apesar do Breath of Fire ser mais uma fantasia medieval tradicional o Breath of Fire 2 vai mais além disso tratando em sua trama principal e paralela temas mais elaborados como sacrifício (Mina decide se sacrificar pra ajudar a Nina assim como a mãe do Rand em Evrai, a Valerie a mãe do Ryu Bateson que se transforma em dragão para proteger o portal além do sacrifício do próprio Ryu Bateson em um dos três finais do jogo que é bem triste), religião (o Evanismo), rejeição (Nina, tem esse tema abordado por causa das suas asas negras), obesidade (Rainha de Tunlan), política (Sten e Jean se envolvem em uma disputa política em seus respectivos reinos). Ou seja  a história do Breath of Fire 2 é muito mais rica e muito mais elaborada que a do primeiro jogo, todos os momentos dramáticos são muito marcantes e realmente fazem o jogador chorar, as piadas como a fracassada tentativa do Sten de fazer mágica também são muito boas


Dificuldade do Breath of Fire 2

É um jogo que dá vontade de jogar e terminar de novo apesar disso vi alguns comentários de pessoas que falaram sobre o jogo dizendo que não conseguiram terminar ele achando que ele é muito difícil. Na minha opinião o 2 é fácil de terminar mesmo com chefe fortes e  partes irritantes típicas da franquia

 Esse jogo é uma obra prima

Pingente na caixa de diálogos

Uma das coisas mais legais do Breath of Fire 2 e que ficou de fora do primeiro jogo é um pingente que aparece na caixa de diálogos. Ele simplesmente mostra os sentimentos dos personagens por exemplo: um personagem bom como o Bow quando está falando com o Ryu a cor do pingente está clara já quando Ryu fala com os personagens muito maus a cor do pingente é roxa

Shamans:

Durante o jogo você encontra 6 shamans que fazem os personagens exceto o Ryu terem uma fusão temporária aumentando o AP/HP. Aqui vai a lista de onde encontrá-las:

- Sana: Capitain - Seso: WitchTower - Spoo: SkyTower - Solo: FarmTower - Seny: Bando (podes encontrá-la antes ou depois de enfrentar o Necroman) - Shin: Entrada esquerda da caverna Infinity

Agora vamos falar dos acertos da Capcom

Acertos da Capcom

Acerto 1: Enquanto a trama do primeiro Breath of Fire foi bem simples sendo apenas uma aventura medieval focada disputa dos clãs de dragões que voltou no 3 e no 4 a  Capcom decidiu fazer no Breath of Fire 2 uma rica e muito bem elaborada trama carregada de humor e drama

Acerto 2:  As missões paralelas continuam exigentes e importantes na trama, mas no Breath of Fire 2 são muito poucas o que deixa o jogo muito mais fácil terminar ao contrário do primeiro. Enfim reduzir essas missões exigentes no Breath of Fire 2 foi um grande acerto da Capcom

Acerto 3: O mundo do primeiro jogo era muito maior com muitas cidades contando com as duas do mundo dos sonhos isso deixava o jogo bem cansativo fora que a parte do mundo dos sonhos é muito estressante principalmente o segundo.  Ainda bem que no Breath of Fire 2 possui apenas uma única missão no mundo dos sonhos e deu uma reduzida nas missões estressantes o que foi um enorme acerto e também deixou o jogo mais empolgante e mais fácil para o jogador

Acerto 4: Por último o quinto acerto da Capcom está nos gráficos que realmente estão mais bonitos e muito melhores que os do primeiro disso não dá para reclamar. Com certeza a influência da Square que trabalhou junto com a Capcom no primeiro jogo melhorou bastante a parte gráfica do Breath of Fire 2. Pena que má influência da EA ferrou com a franquia em 2016

Acerto 5: A trilha realmente foi maior acerto da Capcom no dois jogos. Com detaque para as que tocam nos momentos mais emocionantes do Breath of Fire 2.

Pontos fracos do jogo

Nem tudo são flores nesse clássico e é por isso que esse tópico vai abordar isso

A volta dos labirintos irritantes:  Parece que é tradição da franquia desde o primeiro jogo ter uma quest com labirinto longo e irritante na metade do jogo até o final com o Breath of Fire 2 não é diferente  apesar de aparecerem pouco no Breath of  Fire 2 eles estão mais fáceis, porém continuam irritantes são eles: o corpo da Rainha de Tunlan, HighFort, Infinity, a memória de Gandafoof

A forma de dragão nas lutas: Tudo que é bom dura pouco se no primeiro Breath of Fire o Ryu ficava durante toda a luta em sua forma do dragão. Só que no Breath of Fire 2 o dragão só é usado pra atacar e depois o Ryu volta ao normal sem nenhum AP deixando o jogador no maior desespero quando dá de cara com batalhas que tem inimigos mais fortes. Mesmo assim é um ponto fraco do Breath of Fire 2 principalmente quando o Ryu estiver encarando o Deathevan na batalha final do jogo

A volta das batalhas aleatórias irritantes: Outra tradição da franquia desde o primeiro jogo.  No Breath of Fire 2 vou dar um exemplo: em uma parte que praticamente são 3 minutos de puro desespero. Na SkyTower que o Ryu e os seus amigos tem que lutar contra o tempo pra achar a Spoo ou caso contrário como a Petape disse em SimaFort as branquias não aguentam muito tempo embaixo d´ água então para passar disso tem que ter uma grande paciência com as batalhas

fim vou encerrar esse especial. É isso galera.

domingo, 11 de novembro de 2018

Aguinaldo Silva dos anos 90 is back




Aguinaldo Silva dos anos 90 is Back

Por Gibran Teske

"I'll be back seu bando de mucufas. Me aguardem, eu voltarei" eu botei essa clássica frase da Altiva da A Indomada para avisar que amanhã 17 anos depois da Porto dos Milagres, uma sequência de novelas realistas o Aguinaldo Silva está de volta ao gênero que o consagrou: o realismo fantástico. Sim o Aguinaldo Silva dos anos 90 junto com o inesquecível casal Ypiranga Pitiguary, e Scarlet Williams Mackenzie Pitiguary da novela A Indomada is back e dessa vez retoma a aclamada parceria com o diretor Rogério Gomes na O Sétimo Guardião a nova novela das 9

Vamos fazer uma pequena retrospectiva do Aguinaldoverso

Roque Santeiro:
Cidade: Asa Branca

O ano é 1985 nele o autor Dias Gomes o pioneiro do realismo fantástico nas novelas brasileiras resolveu finalmente exibir a novela após ela ser censurada pelo governo militar e com isso ele convidou o autor Aguinaldo Silva para escrever junto com ele. Com uma trama política e um temporário afastamento de Dias Gomes o realismo fantástico estava na figura do Lobisomem

Tieta:
Cidade: Santana do Agreste

Junto com Ana Maria Moretzsohn, e Ricardo Linhares em 1989 o autor Aguinaldo Silva começou a esboçar o seu Aguinaldoverso nesse clássico livremente baseado no livro "Tieta do Agreste" do escritor Jorge Amado. Noa novela o realismo fantástico que consagrou o Aguinaldo Silva ainda era sutil e estava presente em algumas cenas como na poética morte do Zé Esteves, a Mulher de Branco que era a Laura esposa de um dos personagens e foi interpretada pela Claudia Alencar

 Pedra Sobre Pedra

Ainda na Bahia é aqui o ponto de partida do inesquecível Aguinaldoverso e foi nela que Serro Azul é citada pela primeira vez, também é nela que conhecemos a música "Entre a Serpente e a Estrela" que está de volta na trilha sonora da O Sétimo Guardião. Nesse clássico de 1992 somos apresentados a Resplendor cenário do amor entre Murilo Pontes e Pilar Batista que enfrenta a ganância do Cândido Alegria. O realismo mágico estava presente numa mulher de 120 anos com memória fotográfica,   a lua cheia que literalmente atraia o Sérgio Cabeleira, Jorge Tadeu que na forma de fantasma continuava seduzindo as mulheres através de uma flor, e Cândido Alegria virando estátua de pedra

O tema de abertura tocou na cena do Comendador nadando nos euros da Império

Fera Ferida

Quem não lembra do anjo de luz que só acordava quando comia estrogonofe de bacalhau? Rubra Rosa fazendo a relação amorosa dela literalmente pegar fogo, da Linda Inês virando ouro? Do Orestes conversando com os falecidos que estão no cemitério de Tubiacanga? Isso tudo está nessa novela de 1993 baseada no universo ficcional do escritor Lima Barreto. Segundo a novela A Indomada dentro do Aguinaldoverso Tubiacanga fica em Pernambuco e é vizinha de Greenville


A Indomada

'RAIO DIVINO CAIA NA CABEÇA DESSES PECADORES. AGORA.. NOW"

Essa novela que é um must e atualmente está sendo reprisada no Canal Viva além de apresentar o casal Ypiranga e Scarlet. Scarlet atravessando as grades da cela, Delegado Motinha caindo no buraco indo parar no Japão, lua cheia dupla, Emanuel virando anjo, Altiva virando fumaça roxa, os dois raios divinos. Essas são algumas cenas mágicas inesquecíveis que aconteceram em Greenville uma  cidade pernambucana que foi colonizada por ingleses nela Lúcia Helena a indomada do título vive um dificil relacionamento com o misterioso Teobaldo Faruk, mas é atrapalhado pela inesquecível Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque, e pelo Pitágoras Williams Mackenzie também conhecido como Sir Pit o Leão do Norte que voltou em 2001 na novela Porto dos Milagres

Porto dos Milagres

Enfim chegamos ao fim da retrospectiva do Aguinaldoverso que em 2018 é retomado com a estréia da O Sétimo Guardião. Novamente adaptando o escritor Jorge Amado o autor Aguinaldo Silva conta história de Guma um jovem pescador que vive na cidade que dá nome a novela e enfrenta a ambição de Félix Guerreiro sem saber que é seu tio. O realismo fantástico também está presente aqui

 Agora vamos falar da O Sétimo Guardião

Na trama da O Sétimo Guardião que infelizmente está enfrentando uma polêmica (desnecessária) judicial fala sobre uma misteriosa fonte que rejuvenesce e cura as pessoas que é protegida por 7 moradores da famosa Serro Azul (cidade citada nas novelas antigas do Aguinaldo Silva) são eles: Egídio (Antonio Calloni), Eurico Rocha (Dan Stulbach), Machado (Milhem Cortaz), Aranha (Paulo Rocha), Ondina (Ana Beatriz Nogueira). Paralelamente a empresária Valentina Marsalla (Lilia Cabral) volta a Serro Azul após descobrir que o seu filho Gabriel (Bruno Gagliasso) recebeu um chamado do misterioso León (Eduardo Moscovis na forma humana) e se apaixonou por Luz (Marina Ruy Barbosa) uma jovem que tem sonhos misteriosos que envolvem o León e a fonte

Eu venho acompanhando a divulgação da novela pela internet e então vi todos os clichês típicos do Aguinaldo Silva estão na O Sétimo Guardião. E aqui eu encerro esse especial

Fotos: Divulgação

Oxente, my god. Ele está de volta 21 anos depois da A Indomada






domingo, 29 de maio de 2016

Especial Piores Clipes do Mundo MTV



Especial Piores Clipes do Mundo MTV
Por Gibran Teske
Ontem foi aniversário do Legendários programa da Record que além da Joelma teve também a presença de ninguém menos que o Supla por isso o Especial Cinematrônico de hoje vai lembrar do inesquecível Piores Clipes do Mundo MTV que foi um dos melhores programas que a extinta MTV Brasil produziu. Caros internautas aproveitem o Especial Piores Clipes do Mundo MTV
Primórdios
O programa Piores Clipes do Mundo MTV estreou no dia 7 de março de 1999 e era apresentado pela Marina Person que detonava os piores clipes do mundo (daí o nome do programa) enquanto mostrava trechos dele, porém essa fase do Piores passou bem despercebida e com isso acabou culminando na saída da Marina Person. Foi então que entrou no lugar dela o Marcos Mion que transformou o Piores Clipes do Mundo em um clássico da MTV ao lado do Garganta e Torcicolo entre outros
Auge do Piores Clipes do Mundo
Em 2000 o recém saído da Globo o então desconhecido Marcos Mion estava apresentando o Supernova em que além de apresentar fazia o quadro Marcos Micón onde ele imitava os clipes de maior sucesso e isso chamou a atenção da MTV que o colocou no Piores Clipes do Mundo MTV para substituir a Marina Person na segunda temporada assim dando inicio a Fase Marcos Mion que praticamente foi o auge do programa. Nessa fase que durou até 2001 o Piores Clipes do Mundo MTV se tornou um dos melhores programas da extinta MTV Brasil e chegou até à incomodar a Globo no horário nobre competindo com o Casseta e Planeta Urgente (nessa época a abertura era essa da foto).
Na fase Marcos Mion o quadro Bloco de Clipes que mostrava trechos de clipes ruins parodiando o programa Dataclipe foi mantido além de resgatar a carreira do cantor Supla já que toda semana o clipe da música Green Hair (Japa Girl) era sempre exibido e com isso também foram criados novos quadros como o Pérola Videocliptica que era uma analise escrachada onde segurando o Fante ou o Pé de Pano o Marcos Mion revelava detalhes bizarros que nem os próprios artistas perceberam nos clipes deles (essa analise o Mion continua fazendo até hoje no Vale a Pena Ver Direito do Legendários que é uma reinvenção do quadro Pérola Videoclíptica), o citado Marcos Micón (que o Mion fazia no Legendários sob o nome de Micover), o Tradução simultânea buscando sempre a verdade por trás dos clipes que tinha o hilário assistente Cidão que sempre dançava em cada semana e também tinha o quadro Clipes Caseiros em que os próprios espectadores faziam seus videoclipes entre eles estão os lendários "Eu taco fogo" do Toninho do Diabo e o "Funk da Pamonha" do Rodney Dy que disputaram o VMB de 2001
Mudança de fase e fim do Piores Clipes do Mundo MTV
Com a saída do Marcos Mion em 2001 houve uma nova mudança de abertura e de apresentador do Piores Clipes do Mundo MTV que também trouxe quadros novos no lugar dos clássicos já que o Mion levou alguns para a Bandeirantes. De 2001 até 2002 o apresentador e vocalista da banda Ratos de Porão junto com o Ferrugem substituíram Marcos Mion assim dando inicio a fase hardcore do programa. Os novos quadros eram Clipe Cliché um quadro semelhante ao Pérola Videocliptica, Clipe Tortura em que era o momento pré e pós intervalo com um trecho repetindo até irritar, Maldição da Mão amarela onde o clipe era destruído por uma misteriosa mão amarela (em 2009 o próprio João Gordo voltou a destruir clipes no programa Gordoshop) e Onbudsman onde o próprio artista junto com o João Gordo comenta o próprio passado na MTV. No dia 31 de dezembro de 2002 infelizmente um dos melhores programas da MTV Brasil chegou ao fim. Ao encerrarem o programa a MTV Brasil explicou que estava ficando igual ao Gordo a Gogo. Em 2009 o Marcos Mion voltou a MTV e fez o Descarga MTV um programa nos mesmos moldes do Piores Clipes do Mundo
Foto: Reprodução

segunda-feira, 11 de março de 2013

Especial Chrono Trigger






Hoje o melhor jogo de RPG de todos os tempos está completando 18 anos. Sim estou falando do Chrono Trigger a obra-prima da era de ouro da Square que junto com o Final Fantasy VI  (Final Fantasy 3 no Brasil) levou os games do gênero para o Super Nintendo a um patamar artístico elevado.

Por isso o Cinematrônico vai fazer um especial

Criação do melhor jogo de RPG de todos os tempos (Fonte dos nomes wikipédia)



Em 1995 o mestre Akira Toriyama (criador da saga Dragon Ball) se juntou a Hironobu Sakaguchi (produtor da série Final Fantasy), Yuji Horii (diretor da série Dragon Quest), Kazuhiko Aoki (produtor), e  Nobuo Uematsu (músico da série Final Fantasy) formando o Dream Team da Square (hoje Square Enix). A intenção deles era criar um jogo revolucionário com história dramática, sistema de batalhas bom, belos gráficos, e  múltiplos finais. Foi juntando tudo isso que surgiu o Chrono Trigger.

Gráficos do melhor jogo de RPG de todos os tempos

Os gráficos são belíssimos e junto com Final Fantasy VI o Chrono Trigger mostrou uma grande evolução sistema 16 bists o que fez o melhor jogo de RPG de todos os tempos e obra-prima da Square. As ilustrações do Chrono Trigger também vale a pena capa e o perfil dos personagens no menu do próprio jogo foram desenhados pelo mestre Akira Toriyama

Resumo da história do melhor jogo de RPG de todos os tempos

A história começa com Crono acordando em sua casa até que a pedido de sua mãe ele vai passear em uma feira milenar. É nessa feira que ele conhece Marle/Princesa Nadia se esbarrando nela e acaba se envolvendo em uma aventura cheia de viagens no tempo descobrindo que tem que enfrentar uma grande ameaça, assim que ela se oferece para ser a cobaia do teletransportador de Lucca

Nessa aventura Crono conhece Frog, Robo, e Ayla que se juntam a ele, Marle, e Lucca

A história do jogo é maravilhosa. Ela mescla momentos cômicos (Ayla conhecendo Crono) com drama (Frog contando sobre o seu passado) complementados pelos múltiplos finais. Por isso o Chrono Trigger é o melhor RPG de todos os tempos

Jogabilidade do melhor jogo de RPG de todos os tempos
A jogabilidade do Chrono Trigger o melhor jogo de RPG de todos os tempos é ótima e o sistema de batalhas dele também. O sistema de batalhas do Chrono Trigger deixa de lado as irritantes batalhas aleatórias que é marca registrada nos jogos da Square fazendo com que o próprio jogador encare a própria batalha, apesar de determinadas partes do jogo a batalha surpresa é inevitável encarar.

Trilha sonora do melhor jogo de RPG de todos os tempos
A trilha sonora do jogo Chrono Trigger  composta pelo Nobuo Uematsu também é marcante. Ela foi lançada em um CD triplo e complementa cada momento do jogo em cada época que se passa a aventura de Crono e seus amigos (Marla/Princesa Nadia, Lucca, Robo, Frog, Ayla, e Magus)

aqui vai uma música da trilha sonora:

Ayla's theme

Outras versões do melhor jogo de RPG de todos os tempos

Para o Super Nintendo o Chrono Trigger tem duas versões a versão japonesa e a versão americana que dá uma amenizada no teor adulto do jogo. Há também uma versão em português e também tem a versão para PSX (nessa versão há um anime complementando a história do jogo)

aqui está a abertura:
https://www.youtube.com/watch?v=FspZpPwpRnc



Personagens:


Crono:

Crono é o protagonista principal do Chrono Trigger. Ele representa o  protagonista silencioso onde é o jogador que responde como se fosse ele. Suas técnicas são baseadas em raios elétricos

Do começo ao seu sacrificio ele é o único personagem do Chrono Trigger que não é selecionável, só passa a ser selecionável depois que o grupo decide revivê-lo com a ajuda do Magus (que se junta ao grupo).

 






Marle/Princesa Nadia:

Marle/Princesa Nadia é a protagonista feminina do Chrono Trigger. Rebelde ela não gosta de ser chamada pelo seu nome verdadeiro e decide fugir para a feira em Truce onde conhece Crono e também é onde vira cobaia do teletransportador da Lucca a amiga de Crono e desaparece misteriosamente.

Suas técnicas são baseadas em gelo e cura






Lucca:

Lucca é a amiga de infância de Crono, ela se sente responsável pela paralisia de sua mãe (mais pra frente ela tenta reverter essa situação). Foi ela que inventou o teletransportador que dá inicio a aventura recheada de viagens no tempo.

Suas técnicas são baseadas em fogo












Frog/Glenn

É o personagem com outra história bem dramática no jogo foi transformado em sapo após a morte de seu amigo e jurou vingança contra Magus. Para derrotá-lo Glenn precisa da espada Masamune.

Suas técnicas são baseadas em água










Robo:

Depois de fugirem do castelo de Guardia e irem parar no futuro. Lucca, Marle e Crono encontram o simpático Robo que os ajuda, porém quando ele decide ir junto com o trio o quarteto vai parar num lugar misterioso.















Ayla:

Aqui vai a terceira protagonista feminina completando o grupo dos  protagonistas do jogo Chrono Trigger. Ayla vive pré-história, é apaixonada por Kino, e é líder de uma tribo que está em guerra com os répteis humanóides.










É com isso que encerramos o Especial Chrono Trigger. Espero que tenham gostado

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

ESPECIAL BATMAN

Especial Batman



Por Gibran Teske


Batman – O cavaleiro das Trevas Ressurge o aguardado terceiro e último filme da trilogia do diretor Cristopher Nolan irá estrear no dia 27. Até lá você conferir aqui no Cinematrônico esse especial (que será maior que os anteriores) sobre o personagem


Origem do personagem:

Batman foi um personagem criado por Bob Kane e Bill Finger além do homem-morcego a dupla também criou vilões clássicos como o Coringa e a Mulher-Gato que foram os primeiros inimigos que o herói enfrentou em 1940

A origem dele é bem simples: Bruce Wayne testemunhou o assassinato dos seus pais cometido pelo ladrão Joe Chill e foi criado por Alfred o seu mordomo, na idade ádulta Bruce Wayne como Batman decidiu alforar o seu lado sombrio agindo à noite e usando uma roupa inspirada em morcegos para assombrar os criminosos.


Na, Na, Na, Na, Na, Na, Na.... Batman

Em plenos anos 60 surgiu uma das melhores adaptações do Batman fora dos quadrinhos da DC. Um seriado de televisão com humor camp protagonizado pelo ator Adam West  que interpretou o Bruce Wayne/Batman e pelo Burt Ward que fez o Robin



  • Música tema (Batman Theme):
 Muitos tem que concordar a música “Batman Theme” composta pelo músico Neal Hefti para a abertura é um dos elementos mais marcante sdo seriado.  Toda vez que falam dele logo vem na cabeça o Na, Na, Na, Na, Na, Na, Na.... Batman.

Obs.: confiram a abertura da série

https://www.youtube.com/watch?v=oDc-1zfffMw





  • Batusi
Essa dancinha sensual feita pelo herói em alguns episódios fez o Batman do Adam West virar cult e fez o ator ser o melhor interprete do herói junto com Michael Keaton e Christian Bale. Por isso a Batusi é outro elemento mais marcante do seriado dos anos 60


Pra quem não sabe o que é a Batusi aqui vai:
http://www.youtube.com/watch?v=L8BZDwLExPI




  • Onomatopéias
“Bang” “Pow” “Pof” “Kapow”. Essas palavras que geralmente estão presentes nos quadrinhos de super-heróis e no seriado elas se tornaram um elemento marcante
 

  • Coringa com bigode
Um dos momentos mais marcantes do seriado é justamente uma das curiosidades dele. Quem assistia não percebeu que o Coringa tem bigode. Esse pequeno detalhe tem explicação: o ator César Romero que interpretou o vilão recusou raspar o seu bigode

  • Mulher-Gato intepretada pela Julie Newmar
O seriado do Batman nos anos 60 foi a primeira adaptação da inimiga mais sensual do Batman em outra mídia e a primeira atriz que a interpretou foi Julie Newmar. Na época ela fez a alegria dos marmanjos e pré-adolescentes com o seu uniforme sensual.  Por isso a Mulher-Gato da Julie Newmar é um dos elementos marcantes da série.

  • Bat-armas bizarras
Quem não lembra do famoso Bat-repeletente de tubarão do filme que adaptou á série dos anos 60 para os cinemas? Essas bat-armas eram mais um dos elementos marcantes

  • Batman – Feira da Fruta e Batman XXX
Essas duas paródias também entram nessa lista de elementos marcantes: a primeira paródia é brasileira que simplesmente redublou um episódio do seriado dos anos 60 com pérolas como “lico de cair pinto” e claro o famoso apelido “Bátima”.

Recentemente a produtora pornô Vivid produziu uma paródia pornô baseada no seriado dos anos 60 chamada Batman XXX com o destaque maior na atriz Tory Black que interpretou a Mulher-Gato. Assim como a série a paródia fez muito sucesso.

  • Santa (alguma coisa) Btaman
Quando Batman e Robin estão em ação, o menino prodígio sempre dispara uma fala Santa.. Batman. Esse é um dos elementos marcantes do seriado dos anos 60.




A piada mortal e outras histórias mais adultas

Nos anos 80 e 90 os quadrinhos estavam sofrendo uma grande mudança saiu o humor camp e entrou tramas sombrias e adultas. Foi nesse período que surgiu as icônicas HQs Batman - Ano Um, O Cavaleiro das Trevas, A Piada Mortal, e A Queda do Morcego.

Nessas histórias do Batman os elementos do seriado dos anos 60 foram completamente ignorados dando destaque a histórias sombrias e muito suspense psicológico.


Desenhos animados   

Nos anos 70 com o sucesso do seriado o Batman junto com Robin fez a sua estréia nas animações no desenho Superamigos (aquele que tinha os Super-Gêmeos), e na mesma época estreou em um desenho solo com alguns elementos do seriado.

Nos 90 sob influência da fase adulta e sombria dos quadrinhos dos anos 80, além do sucesso dos dois filmes do diretor Tim Burton o Batman protagonizou a elogiada animação Batman - The animated series criada por Paul Dini e Bruce Timm que fizeram também outros desenhos animados que contaram com a participação do herói. 

 Recentemente pegando carona na bem sucedida trilogia do diretor Cristopher Nolan foram lançados os desenhos “The Batman”, “Gotham Knight”,  Batman – Ano Um, e Cavaleiro das Trevas (baseado na minissérie homônima escrita pelo Frank Miller)  

Jogos de videogame:

O Batman também fez muito sucesso nos videogames. O primeiro jogo do personagem adaptou o filme de 1989 para o console Nintendo, depois veio a adaptação dos filmes Batman Eternamente e Batman & Robin para SNES, no mesmo console veio o jogo The Adventures of Batman and Robin inspirado no Animated Series

Nos videogames mais recentes temos os elogiados e premiados jogos Batman Arkham Asylum e Batman Arkham City produzidos pela produtora Rockesteady.


Bat-Filmes:

O especial do Batman não poderia deixar de lado os bat-filmes não é mesmo?

O primeiro filme protagonizado pelo  Batman nos cinemas foi em 1943 e o segundo filme surgiu em 1943. Eles foram produzidos pela Columbia Pictures na época.

Em 1966 foi produzido para os cinemas o filme Batman – O Homem Morcego que adapta o clássico seriado. É nele que o Batman usa o famoso Bat-Repelente de tubarão.

Recentemente a série ganhou destaque com o telefilme De Volta a Batcaverna onde Adam West e Burt Ward tentam nos dias de hoje recuperar o Batmóvel  do seriado

Batman de Tim Burton (1989):

No meado dos anos 80 para apagar a imagem do seriado dos anos 60 chamou o diretor Tim Burton após fazer um enorme sucesso com o divertido Os Fantasmas se divertem para levar o Batman aos cinemas. Em 1989 ele fez um filme estrelado pelo Michael Keaton como Batman/Bruce Wayne tinha Kim Basinger interpretando Vicki Vale, e o Jack Nicholson interpretando o Coringa o maior arquiinimigo do herói. 

Sinopse: Batman estava perseguindo um mafioso chamado Jack Napier, porém o criminoso cai em um tanque de ácido se transformando no sádico Coringa.

O Batman de 1989 foi um grande sucesso e ganhou o oscar de melhor direção de arte




Tim Burton fez um filme sombrio, com uma Gotham City com arquitetura gótica,  muito divertido e com cenas clássicas como a do Coringa dizendo “Onde é que ele arruma esses brinquedinhos”?, Michael Keaton estava ótimo como Bruce Wayne/Batman, Jack Nicholson estava fantástico ao interpretar o Coringa.


Batman – O retorno (1992)

Com o grande sucesso do filme de 1989 veio a inevitável continuação produzida em 1992 e se chama Batman – O retorno. Nele Michael Keaton e Tim Burton retornam agora acompanhados por Michelle Pfeiffer, Danny DeVito e Cristopher Walken

Sinopse: É natal em Gotham City dessa vez Batman enfrenta os perigosos Pingüim e Mulher-Gato que foram manipulados por um empresário inescrupuloso.

Tim Burton estava muito inspirado quando fez esse filme. Batman – O retorno vale a pena assistir pelas cenas da Michelle Pfeiffer que o carregou todo nas costas com suas cenas clássicas como aquela que a Mulher-Gato diz “Meow” e a loja explode no fundo

Aqui está a cena:
http://www.youtube.com/watch?v=JtSpNyy_8VQ


Batman Eternamente (1995):

Sai Michael Keaton e entra Val Kilmer para interpretar o BruceWayne/Batman, sai o clima gótico do Tim Burton e entra o tom carnavalesco (além dos infames bat-mamilos) do diretor Joel Schumacher. Assim podemos definir o filme Batman Eternamente

Sinopse: Batman enfrenta a ameaça de dois vilões o Duas Caras e o Charada que usam uma invenção criada pelo Edward Nigma. Paralalemnte ele tem a ajuda do Robin.

Aqui começa a decadência da participação do Batman nos cinemas com o visual carnavalesco e referências homossexuais (que ficam muito mais visveis no Batman & Robin), mas ele dá pra assistir por causa do ator Jim Carrey  que mandou muito bem como o Edward Nigma/Charada apesar de ter cenas que lembra o seriado dos anos 60


Batman & Robin (1997)

Chegamos ao filme que marcou o fim da Era Burton/Schumacher, novamente houve uma troca de atores saiu Val Kilmer e entrou George Clooney para interpretar, mas Chris ‘O Donnel e Joel Schumacher para fazer o infame Batman & Robin

Sinopse: No pior filme da Era Burton/Schumacher. O Batman e Robin têm que enfrentar a ameaça do Sr Frio, que resolveu se aliar a Hera Venenosa. Paralemente surge a Batgirl que aparece para ajudar a dupla na luta contra os vilões.

O filme está mais carnavalesco que nunca sendo uma bomba e faturou framboesas de ouro que concorreu, mas apesar desse detalhe tem momentos divertidos que lembram o seriado dos anos 60:  o infame “Ah, eu to maluco” da legenda (no original o Robin fala “Cowabanga”),  a falta de inteligência do Bane Lutchador, e o bat-cartão de crédito



Batman Begins (2005)

Arrependida pelo erro que cometeu a Warner deu um pé na bunda do Joel Schumacher e decidiu recomeçar tudo do zero chamando o renomado diretor Christopher Nolan para assumir a grande pedreira que é recuperar a moral e os fãs do Batman

Sinopse: Acompanhamos a origem do Batman desde o Bruce Wayne testemunhando o assassinato dos seus pais até o dia que ele criou o Batman. Aqui ele enfrenta o Ra’s Al Ghul que planejava usar uma arma das empresas Wayne

O filme é muito bom e fez o diretor Christopher Nolan consolidar o nome do Batman trazendo o clima sombrio dele e dessa vez ele veio acompanhado de realismo