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quinta-feira, 24 de junho de 2021

Filmes incompreendidos do cinema brasileiro


Filmes incompreendidos do cinema brasileiro

Por Gibran Teske

O Dia do Cinema Brasileiro foi comemorado no dia 19 de junho e como sempre tem gente que fez aquelas listas com os mesmos filmes de sempre: Cabra Marcado para Morrer? Bacurau? Aquarius? Cidade de Deus? Tropa de Elite 1 e 2? O Auto da Compadecida? Deus e o Diabo na Terra do Sol?

Desculpa, mas a minha lista é dos filmes que são ignorados ou pouco citados por essas listas repetitivas

Obs: Essa é a minha opinião 😁

Vamos aos filmes que realmente são incompreendidos

- Cinderela Baiana

Abrindo a lista temos esse que é um clássico incompreendido do cinema brasileiro dos anos 90 que foi protagonizado pela Carla Perez que na época era dançarina do É o Tchan


- Amor Estranho Amor

O famoso filme da Xuxa que gerou uma enorme polêmica, eu coloquei esse longa do Walter Hugo Khouri nessa lista porque ele é um clássico incompreendido do cinema brasileiro por conta dessa controvérsia causada por uma cena dele. Esse drama de época é muito bem feito e vale a pena assistir

- Fuscão Preto

O segundo filme da fase adulta da Xuxa nos cinemas é baseado na famosa versão da música Fuscão Preto gravada pelo Almir Rogério, mas é um clássico incompreendido do cinema nacional

- Super Xuxa contra o Baixo Astral

Dos filmes da fase infantil/infanto juvenil da Xuxa esse é o melhor junto com o Lua de Cristal, pois tem muitas cenas marcantes, e apesar do sucesso foi muito incompreendido e detonado pela crítica na época assim como o Xuxa e os Duendes de 2001 que novamente teve o Guilherme Karan como vilão. 

- Histórias que Nossas Babás Não Contavam


"Rainha (gesto de transar): Executa 
Rainha (gesto de cortar a cabeça): E depois, executa "


Esse diálogo é desse inspirado e incompreendido clássico da comédia brasileira que satiriza o clássico conto de fadas Branca de Neve. Uma das coisas que o cinema brasileiro faz muito bem (ou não como o  caso do Copa de Elite e do Totalmente Inocentes) são paródias como o mais recente Cabras da Peste

- Pequeno Segredo

Esse incompreendido e emocionante filme baseado no livro homônimo que fala sobre a filha mais nova da família Schurman foi massacrado pelos "cinéfilos" que ficaram revoltados ao descobrirem que foi escolhido para representar o Brasil no Oscar pelo governo do então presidente Michel Temer no lugar do Aquarius alegando que o longa do Kleber Mendonça Filho era mais adequado por ser premiado

- O Amuleto

Esse é um filme de terror brasileiro que foi muito incompreendido já que ele aborda uma das lendas mais famosas de Florianópolis que a fez ser conhecida como Ilha da Magia: a bruxaria. Como manezinho da ilha fiquei feliz de ver a Praia de Moçambique como cenário desse filme, porém o que me decepcionou foi a ausência do sotaque manezinho e das expressões manézinhas. 

- Turma da Mônica: Laços

A incompreendida adaptação da graphic novel homônima feita pelo Daniel Rezende não escapou da fúria dos "cinéfilos" que resolveram detonar com deboche as características físicas do elenco mirim 

- Os Trapalhões no Auto da Compadecida

Várias listas só lembram do filme O Auto da Compadecida, mas ignoram essa jóia do cinema nacional estrelada pelos Trapalhões que foi fiel ao texto original da peça do Ariano Suassuna. São muitos filmes dos Trapalhões que se tornaram clássicos e foram sucesso de bilheteria, mas esse foi incompreendido

- Inspetor Faustão e o Mallandro - A Primeira (e única) missão

Coloque o Faustão como um feirante que vira inspetor, uma codorna rara que bota um ovo em que todos falam a verdade, junto com o Sergio Mallandro querendo virar cantor além de ter uma dupla de cachorros chamada Inflação e Salário Mínimo que nós temos o filme mais incompreendido dos anos 90. Ele não poderia ficar de fora dessa lista e é com ele que irei fechar com chave de ouro

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

O jogo mais difícil do South Park

 

Foto: Divulgação/Ubisoft




O jogo mais difícil do South Park

Por Gibran Teske

South Park que é um famoso desenho dos anos 90 conhecido por seu humor politicamente incorreto ganhou filme e também jogos de videogames, mas não irei falar dos outros e sim do South Park: The Fracture But Whole RPG que foi lançado para Xbox, PC, PS4 e Nintendo Switch que ao contrário do  South Park: Stick of Thruth foi feito pela Ubisoft após a Obsidian não retornar 

Enredo:
Continuando de onde o South Park: Stick of Thruth parou em South Park: The Fracture But Whole o New Kid agora encara uma mudança de brincadeira entre as crianças da cidade que é uma disputa de facções de super heróis após o misterioso desaparecimento do gato do Eric Cartman

Jogabilidade:
A jogabilidade do South Park: The Fracture Whole é muito boa e realmente vale muito a pena jogar ele. O único problema da versão do Nintendo Switch é o drift do Joycon que pode atrapalhar bastante em missões exigentes como a que tem que desligar o sistema de segurança da casa do Token/Tupperware e também nas batalhas do jogo que são táticas onde você precisa estudar os inimigos pra derrotá-los

Dificuldade:
No South Park: The Fracture But Whole você escolhe a dificuldade do jogo através da cor da pele do New Kid, mas mesmo assim até a dificuldade fácil desse maravilhoso game é desafiadora, pois quanto mais você avança no jogo mais difícil ele vai ficando. Uma das missões difíceis por exemplo é a citada acima (a do sistema de segurança) se você fizer errado o New Kid é preso. As batalhas estão no mesmo nível das do Cuphead se você não estiver com o grupo certo pra auxiliar o New Kid pode se dar mal

"she's a bitch bitch bitch bitch bitch bitch bitch bitch she's a stupid bitch! Kyle's mom's a bitch and she's just a dirty bitch!"

O South Park: The Fracture But Whole tem várias referências ao South Park uma delas aparece no jogo quando você enfrenta a Sra Broflowski e o primo do Kyle. O tema dessa batalha é uma versão instrumental da Kyle's Mom's a Bitch a divertida música que o Cartman canta em um episódio da primeira temporada e no filme South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes

Considerações finais:
O South Park: The Fracture But Whole é muito bom, é desafiador como o Cuphead e vale muito a pena jogar

Nota: 10/10



domingo, 16 de agosto de 2020

15 anos do American Pie: Tocando a Maior Zona (especial)

Foto: Reprodução/Universal

 

Me abre
Me fecha
Me chama de gaveta

15 anos do American Pie: Tocando a Maior Zona (especial)

Por Gibran Teske 

Amada por uns e odiada por muitos decidi aproveitar a notícia do trailer do novo filme da franquia paralela da cinessérie American Pie conhecida como American Pie presents que passou a apresentar os familiares do carismático Steve Stifler para falar do meu spin off preferido.

Senta que lá vem história. Vamos falar dessa franquia primeiro

Em 2005 dois anos depois do estrondoso sucesso das desventuras do atrapalhado Jim Levenstein em seu próprio casamento  no American Pie - O Casamento nos cinemas em 2003 a Universal decidiu criar uma franquia paralela toda focada na família Stifler chamada American presents começando com o American Pie: Tocando a Maior Zona (American Pie presents Band Camp) conhecido como American Pie 4. Além dele também teve o American Pie: O Último Stifler Virgem (American Pie presents The Naked Mile) conhecido como American Pie 5, American Pie: Caindo em Tentação (American Pie presents Beta House) conhecido como American Pie 6, e o American Pie: O Livro do Amor (American Pie presents The Book of Love) conhecido como American Pie 7. Todos spin offs são bem divertidos

Chega de papo e vamos ao que interessa

"So I, I feel like an aeroplane, above the rain"

Eu devo estar me perguntando: Por que raios decidi falar do American Pie: Tocando a Maior Zona que nem é da franquia principal e fazer um especial completo sobre ele? Simples, primeiro motivo que de todos esse é o meu American Pie presents preferido e o segundo motivo é que esse filme vai completar 15 anos no dia 26 de dezembro que foi o dia do lançamento dele em dvd

O American Pie: Tocando a Maior Zona é o melhor de todos os quatro spin offs (Essa é a minha opinião pessoal)

Muitos dizem que o American Pie: Tocando a Maior Zona é o pior dos spin offs, eu discordo. Todos os elementos que consagraram a franquia dos cinemas estão lá (No próximo tópico falarei das referências que encontrei nele) e sinceramente eu o considero o melhor de todos os spin offs. Assim como os da quadrilogia que foi pros cinemas ele equilibra perfeitamente entre o besteirol e o romance. Já os dois protagonizados pelo Erik Stifler forçaram um pouco a barra em algumas piadas sexuais (não vou falar do American Pie 7 porque não assisti inteiro). Enfim pra completar esse tópico antes de continuar o American Pie 4 além do American Pie 7 é o que mais se aproxima da franquia principal dos cinemas

"Play that funky music, white boy"

Referências à franquia principal

No tópico anterior eu disse que o American Pie: Tocando a Maior Zona é o que mais se aproxima da quadrilogia principal e aqui vão as principais referências que encontrei nele (uma delas por sinal é uma dica do que aconteceu com o Jim Levenstein e a Michelle Flaherty no American Pie - O Reencontro)

Música tema em versão instrumental : A música que a banda da East Great Falls tenta tocar na apresentação sabotada pelo Matt é a Laid a música tema da franquia  American Pie

A tradicional humilhação nojenta sofrida por um Stifler: Assim como o Steve Stilfer nos quatro filmes principais o Matt também sofreu uma humilhação nojenta. Ele bebe 
saliva pensando que é refrigerante 

Uma vez no acampamento de bandas...:
 A  clássica história que a Michelle Flaherty contou no primeiro American Pie é lembrada no American Pie: Tocando a Maior Zona. Nele um amigo do Matt comentou que  a Michelle Flaherty gostava de se esconder pra se masturbar com uma flauta nisso o Matt ficou pensando que Elyse faz a mesma coisa com o Picardo ao ver a caixa chamativa

Um pequeno spoiler do American Pie - O Reencontro:  Quando chega no acampamento de bandas o pai do Jim revela para o Matt que vai se tornar avô e por isso ele assumiu temporariamente a função de Macro. No American Pie - O Reencontro o Jim Levenstein e a Michelle Flaherty tem um filho

Referência ao American Pie 2: Na lanchonete quando começam a tirar onda da cara do Matt por ter uma paixão platônica pela Elyse o próprio Matt cita que um amigo do Steve (Jim Levenstein) se apaixonou pela ninfo da banda (Michelle Flaherty) e foi até o acampamento de bandas se declarar 

Outra referência ao American Pie 2: O pai do Jim reconhece Matt na cena que o Matt chega ao acampamento de bandas

Mais uma referência ao American Pie 2: A locação do acampamento onde se passa todo o American Pie: Tocando a Maior Zona é a mesma do segundo 

A famosa cena da torta citada:
 O pai do Jim conta ao Matt e a Elyse sobre um infame momento que aconteceu na cozinha dele (a famosa cena da torta do primeiro American Pie)  e depois fala o seu famoso bordão  motivacional

Outra referência ao American Pie (o primeiro filme): A locação da escola é a mesma do primeiro filme

Agora  vamos falar sobre o próprio filme

No filme que inaugura a série American Pie presents Matt Stifler é o protagonista da vez e depois de sabotar a apresentação da banda da escola ele vai parar no acampamento de bandas (o Band Camp do título original) para continuar com a idéia de seguir os negócios do seu irmão, porém acaba se apaixonando pela Elyse uma jovem determinada que sonha estudar num conservatório

Na época que foi lançado o American Pie: Tocando a Maior foi muito criticado por não ter a presença do elenco principal, mas como eu havia escrito acima é o que mais se aproxima dos filmes principais tanto que o Chris Owen (O Sherminator) e o Eugene Levy (O Noah Levenstein) fazem um cameo. Além desse o pai do Jim também apareceu nos outros filmes seguintes. Voltando ao filme esse filme é o melhor de todos os spin offs porque demonstrou o amadurecimento da franquia

É isso



sábado, 6 de junho de 2020

Especial jogos difíceis dos videogames


Especial jogos difíceis dos videogames

Por Gibran Teske

O Cinema Trônico não é apenas sobre cinema, seriados, quadrinhos e música (me deu preguiça de fazer notícias disso apesar de ter muitas) como podem ver fiz 3 artigos sobre jogos de videogame  então inspirado no gameplay do Cuphead eu resolvi fazer esse especial sobre jogos difíceis. 

Esse especial é para aquele que tem vontade de quebrar o controle de tão difícil que é o jogo

Vamos a eles.

Battletoads - Nintendinho: Vamos abrir a lista com esse jogo do Nintendinho que é obrigatório em todas as listas de jogos mais difíceis dos videogames. O jogo que rendeu o aclamado Battletoads in Battlemaniacs do Super Nintendo tem algumas fases desafiadoras, porém a mais difícil delas e que também está no Battletoads in Battlemaniacs é uma quando eles estão em uma espécie de jetski e não pode esbarrar nos muros. Essa é a fase mais odiada pelos jogadores

Beetlejuice - Nintendinho: Os jogos de 8 bits realmente são os mais desafiadores isso não é diferente com o jogo do Nintendinho que adapta o clássico Os Fantasmas Se Divertem

Ghost N Goblins - Nintendinho: Outro clássico obrigatório das listas de jogos mais difíceis para ver o final verdadeira da saga do cavaleiro Artur você tem que zerar ele na dificuldade normal e na dificuldade difícil. Ou seja tem que ter muita paciência

Mega Man and Bass - Super Nintendo/GBA:  Eu ia citar a franquia principal e a franquia Mega Man X, mas escolhi o Mega Man and Bass que foi lançado para o Super Nintendo e o Game Boy Advance porque ele é difícil pra caramba, afinal estamos falando da famosa franquia da Capcom  que é conhecida por sua dificuldade desafiadora que exige muita paciência dos jogadores

Maniac Mansion - PC/Nintendinho:  Por incrível que pareça esse clássico adventure da LucasArts de 1987 que fez muito sucesso no Nintendinho é difícil de jogar simplesmente por você ter que mexer no cursor pra poder fazer uma ação como por exemplo movimentar os personagens, além disso tem partes do jogo que se vacilar o personagem é preso no calabouço da mansão. Sem contar que para acessar o laboratório onde está a Sandy (a namorada do protagonista Dave) o personagem tem que bater um recorde em um fliperama e esse recorde é a senha para poder entrar lá

Phantasy Star - Master System/GBA: Não se engane pela capa da fita que tem uma ilustração que parece rótulo de catuaba (clichê típico dos americanos quando lançam RPGs japoneses nos EUA) do primeiro jogo dessa grande franquia de jRPG da Sega. O primeiro Phantasy Star lançado em 1987 que conta a saga da jovem Ali é difícil pra caramba e nele tem partes que você tem que encarar labirintos estilo adventure (como as cabanas do jogo da franquia Sexta-Feira 13 pro Nintendinho)

Sexta-Feira 13 - Nintendinho: Já que citamos esse clássico jogo de 1989 sendo lançado um ano após o lançamento do sétimo filme da franquia  não pude deixá-lo de fora da lista pela sua dificuldade que é enorme além de enfrentar criaturas que cruzam o seu caminho você também tem que ter um baita trabalho pra derrotar o icônico Jason Voohrees e a cabeça da Pamela Voohrees

The Simpsons: Bart's Nightmare - Super Nintendo/Mega Drive: Como já havia feito o artigo do Bart vs Space Mutants dessa vez nessa lista aqui vou citar outro jogo dos Simpsons que é difícil pra caramba. Nesse clássico  o Bart tem que recuperar as folhas do seu caderno em seu próprio pesadelo, pois bem para fazer essa tarefa tem que passar por fases bem difíceis que estão em portas coloridas

Astérix - Super Nintendo:  Sim o jogo do simpático guerreiro gaulês dos quadrinhos para o Super Nintendo assim como o jogo pro Master System (que é diferente desse) é bem difícil e tem que ter muita paciência pra jogar. Tem uma fase que você tem que encarar uma montanha russa

Prince of Persia - Super Nintendo: A versão pro Super Nintendo desse clássico da Ubisoft é mais difícil que a versão original pra PC. Assim como no original você tem que tomar cuidado com os obstáculos e pra piorar tudo tem que torcer para chegar até a princesa antes da areia acabar na ampulheta

Prince of Persia 2 - Continuação da versão do Super Nintendo e a dificuldade é maior

Final Fantasy: Mystic Quest - Super Nintendo: Spin off da famosa série Final Fantasy da Squaresoft (atual Square Enix) que é um pouco difícil em algumas partes como numa cidade que você tem que montar uma ponte de gelo pra poder prosseguir ou achar um templo com símbolo de signos.

Chrono Trigger - Super Nintendo: Não basta apenas ter uma boa história o melhor RPG de todos os tempos também tem umas partes bem difíceis como dar 3 voltas no sentido horário para o Spekkio liberar as magias dos personagens, passar por um mini jogo para ganhar o ovo que dá nome ao jogo

Alex Kidd in Miracle World - Master System: Esse clássico do Master System de 1986 eu joguei no emulador de Mega drive/Master System e é difícil pra caramba tem que ter muita paciência

Super Mario Bros - Nintendinho/Super Nintendo: O clássico jogo solo do Mario que em 2020 está completando 35 anos é bem desafiador, porém quando chega na última fase ele se torna difícil

Super Mario Bros 2  (versão americana) e Super Mario Bros 2: The Lost Levels (versão japonesa)  - Nintendinho/Super Nintendo: A versão americana  do 2 tem que ter muita paciência pra jogar apesar do final ruim. Já a continuação original do clássico de 1985 é muito mais difícil que o primeiro. 

Super Mario Bros 3 - Nintendinho/Super Nintendo: Amado pelos fãs do Mario esse é o mais casca grossa da trilogia clássica do Mario pro Nintendinho. As fases são bem desafiadoras e sendo que a primeira do oitavo e último mundo é o terror dos jogadores. Ou seja pra passar dela tem que ser na raça

Super Mario World - Super Nintendo: O clássico jogo do Super Nintendo é outro jogo bem desafiador e que tem fases secretas bem casca grossa. Pra isso você tem que completar toda a Star Road

Crash Bandicoot: O simpático marsupial dos games estreou no Playstation 1 com o jogo que leva o seu nome e sobrenome além de ser conhecido pela dificuldade alta. O jogo virou trilogia e depois de mais uns jogos o icônico personagem está de volta em Crash Bandicoot 4: It's About Time

Trilogia Donkey Kong Country - Super Nintendo/GBA:  O carismático gorila que é neto do Cranky Kong estreou em 1994 em um jogo que revolucionou pelos gráficos belíssimos e rendeu uma aclamada trilogia. Além disso os três jogos tem fases bem desafiadoras e difíceis.

Trilogia Dark Souls -  Playstation 3/Playstation4/PC/Xbox: A recente trilogia de RPG de mundo aberto não poderia ficar de fora dessa lista. A sua dificuldade extrema tornou a trilogia muito popular

Cuphead - Xbox/PS4/Nintendo Switch/PC: E fechando a lista com chave de ouro essa obra prima protagonizada pelo Cuphead que quase fez os jogadores quebrarem o controle e dispensa apresentações mistura Run' N Gun, lutas de chefes e dificuldade alta com jazz e visual dos desenhos dos anos 30








sábado, 16 de maio de 2020

Breath of Fire: Onde tudo começou

Os carismáticos protagonistas do Breath of Fire: Nina, Bo, Mogu, Ryu, Ox, Gobi, Karn e Bleu
Foto: Reprodução/Capcom
Fonte: Nintendo Blast

Breath of Fire: Onde tudo começou

Por Gibran Teske

Sim senhoras e senhores o Cinema Trônico irá falar do Breath of Fire que foi lançado primeiro em 1993 no Japão para o SNES e em 1994 o clássico jRPG da Capcom foi lançado em parceria com a Squaresoft (atual SquareEnix)  para os jogadores do mercado americano. No mesmo ano foi lançado o Breath of Fire II para o mesmo videogame, em 1997 a franquia migrou para o Playstation 1 com o Breath of Fire 3 e teve mais três continuações: Breath of Fire 4  de 2000 também para o Playstation1, o fraco Breath of Fire: Dragon Quarter para o Playstation 2 lançado em 2002 e o fiasco Breath of Fire 6 que foi um jogo de MMORPG fazendo a Capcom infelizmente deixar a franquia na geladeira

Então chega de papo e vamos logo falar desse jogo que assim como o 2 é inesquecível

História do jogo:

A história fala sobre dois clãs de dragões Dragões da Luz e Dragões Negros que estão em pé de guerra após o rapto da jovem Sara a mando de Zog  o irmão dela Ryu é o único que pode acabar com isso além disso paralelamente há uma ameaça muito maior uma poderosa Deusa chamada Myria ou Tyr precisando de 6 chaves. Para encarar essa difícil jornada Ryu conta com a ajuda da Princesa Nina de Windia e outros amigos

Sobre o jogo:


Trama do jogo


A trama do Breath of Fire é uma boa e simples fantasia medieval com todos os clichês dela monstros, magias, castelos além ter elementos de tecnologia que também está presente nas continuações exceto no Dragon Quarter. Além disso a história do Breath of Fire dá pequenas dicas da trama da Nina do Breath of Fire 2. Já o final ruim tem ligação direta com o Breath of Fire 3 em que a Myria/Godess/Tyr retorna como vilã principal pela última vez se despedindo da franquia.
Sistema de inventário e banco

Uma das boas coisas do Breath of Fire quando eu estava jogando ele no emulador (o bom e literalmente velho, mas bugado Zsnes) é que você pode organizar os seus itens sem deixar o inventário uma bagunça separando os itens importantes como as chaves dos itens básicos que você precisa para progredir no jogo como as ervas. Se o jogador tem dúvidas dos itens o sistema de inventário responde ela na hora. Nos jogos da franquia tem outra coisa legal há um banco em que você pode depositar dinheiro ou equipamentos que os personagens deixaram de usar durante a jornada deles já que vai chegar uma hora que a mochila que o Ryu carrega (o sistema de inventário do jogo) fica cheia

 Dificuldade do Breath of Fire

Agora chegamos no tópico que vou dar a minha opinião sincera sobre a dificuldade do Breath of Fire pela experiência de jogar ele no saudoso  Zsnes: Eu realmente considero o primeiro Breath of Fire o mais difícil entre os dois primeiros jogos da franquia que foram lançados para o Super Nintendo. Vou dar um exemplo para vocês terem uma idéia do drama que é jogar o Breath of Fire: No robô de pedra após o General destruir Tuntar ele se irrita com a rebeldia do robô e se transforma no chefe mais forte e mais difícil do jogo chamado Gremlin. Outro exemplo dramático que o jogador vai encarar nesse jogo: No segundo mundo dos sonhos na torre você vai para uma porta, pois bem meus amigos. O Ryu e o grupo é obrigado a entrar por essa porta e encarar um longo e chatíssimo labirinto de cristal com partes giratórias e batalha o tempo todo que exige muita paciência. 

Personagens do Breath of Fire

A galeria de personagens da franquia Breath of Fire é muito boa o que faz ela ser muito especial com tramas recheadas de humor e drama. Isso tudo é graças aos carismáticos personagens do primeiro jogo o sucesso foi tanto que eles retornaram no Breath of Fire 2 sendo apenas a Bleu que volta a ser personagem controlável

Com isso eu encerro esse especial

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Breath of Fire 2 o melhor dos dois primeiros jogos

Jean, Rand, Sten, Katt, Ryu, Nina, Spar e Bow. Os inesquecíveis protagonistas do Breath of Fire 2

Foto: Reprodução/Capcom
Fonte: Wikipédia


""Sortudo! Que bonito! Estava cansada de cães e gatos"


Breath of Fire 2  o melhor dos dois primeiros jogos

Por Gibran Teske

Eu havia falado do Breath of Fire que fez muito sucesso em 1993 e foi bem elogiado na época. Agora eu vou falar da sua continuação o também aclamado Breath of Fire II também conhecido como Breath of Fire II: The Fated Child. Sinceramente falando dos dois jogos da franquia Breath of Fire pro SNES o Breath of Fire 2 é muito melhor que o primeiro


História: 
500 anos após a derrota da Deusa Tyr uma misteriosa religião chamada Evanismo surge. Nisso um menino que é o último descendente do clã dragão chamado Ryu Bateson vai atrás da sua irmã Yua dando de cara com um dragão, porém quando ele aceita o pedido do dragão as coisas mudam: As pessoas de Gate não lembram mais do Ryu e um misterioso padre assumiu o lugar do Ganer (o pai do Ryu), então em uma noite Ryu conhece o Bow até que os dois decidem fugir até que na caverna a dupla dá de cara com uma criatura estranha que os deixam desmaiados. Dez anos depois Ryu e Bow são caçadores de recompensa e um misterioso assalto é o inicio de uma inesquecível jornada

Sobre o jogo

Eu falei ali em cima que o Breath of Fire II é o melhor dos dois jogos lançados para o SNES e é muito melhor que o primeiro vou explicar através desses tópicos

Personagens do jogo 

O primeiro Breath of Fire tem personagens bons e clássicos, mas os personagens do Breath of Fire 2 são muito mais carismáticos com um sarcasmo afiado além de ter uma trama própria muito boa como o Jean que nos brinda com a melhor e mais divertida parte do jogo. Aliás personagens do primeiro jogo Ox, Bleu, Nina, Karn e Bo retornam. A Nina do 1 aparece na missão do Grande Pássaro é ela que a Nina do 2 enfrenta já o Karn e o Bo aparecem em uma casa na Ilha dos Gigantes. O Ox aparece em Gantz. Dos cinco que acompanharam o Ryu  do 1 apenas a Bleu é que se junta ao grupo

Ryu Bateson: É o protagonista principal do jogo e também a criança destinada da trama assim como no primeiro ele tem habilidade de transformar em dragões e pode pescar itens importantes. Aqui a habilidade principal dele consome todo o AP o que é muito ruim na parte final do jogo

Bow: Ele é o melhor amigo do Ryu Bateson e pode caçar no minigame de caça. Ele protagoniza vários momentos cômicos no decorrer do jogo

Katt:  Uma Woren de personalidade muito forte e demonstra impaciência em alguns momentos do jogo. Ela é útil para quebrar paredes e também pode participar do minigame de caça

Rand: Um homem tatu que te ajuda resgatar a Katt em Coursair. Ele é bom para fugir de batalhas quando está rolando

Nina: É descendente direta da Nina do Breath of Fire 1. Ela possui asas negras e sua história no jogo é um pouco triste por esse detalhe. Apesar do ataque fraco ela é ótima em magias de ataque

Jean: Um sapo humanóide que foi enfeitiçado por uma bruxa e luta para recuperar o seu posto de príncipe na missão mais divertida do jogo. Ele é bom para andar em pequenos lagos e pular falésias

Sten: É o alívio cômico do grupo e é muito útil para passar em falésias. Tem uma enorme importância na missão da dieta da Rainha de Tunlan

Spar: Completando o grupo Spar é uma mulher planta (na versão americana é um homem) que foi presa em um circo. Além de falar com plantas a sua habilidade no mapa é a mesma do Bo

Trama do jogo

Que trama maravilhosa caros leitores. Apesar do Breath of Fire ser mais uma fantasia medieval tradicional o Breath of Fire 2 vai mais além disso tratando em sua trama principal e paralela temas mais elaborados como sacrifício (Mina decide se sacrificar pra ajudar a Nina assim como a mãe do Rand em Evrai, a Valerie a mãe do Ryu Bateson que se transforma em dragão para proteger o portal além do sacrifício do próprio Ryu Bateson em um dos três finais do jogo que é bem triste), religião (o Evanismo), rejeição (Nina, tem esse tema abordado por causa das suas asas negras), obesidade (Rainha de Tunlan), política (Sten e Jean se envolvem em uma disputa política em seus respectivos reinos). Ou seja  a história do Breath of Fire 2 é muito mais rica e muito mais elaborada que a do primeiro jogo, todos os momentos dramáticos são muito marcantes e realmente fazem o jogador chorar, as piadas como a fracassada tentativa do Sten de fazer mágica também são muito boas


Dificuldade do Breath of Fire 2

É um jogo que dá vontade de jogar e terminar de novo apesar disso vi alguns comentários de pessoas que falaram sobre o jogo dizendo que não conseguiram terminar ele achando que ele é muito difícil. Na minha opinião o 2 é fácil de terminar mesmo com chefe fortes e  partes irritantes típicas da franquia

 Esse jogo é uma obra prima

Pingente na caixa de diálogos

Uma das coisas mais legais do Breath of Fire 2 e que ficou de fora do primeiro jogo é um pingente que aparece na caixa de diálogos. Ele simplesmente mostra os sentimentos dos personagens por exemplo: um personagem bom como o Bow quando está falando com o Ryu a cor do pingente está clara já quando Ryu fala com os personagens muito maus a cor do pingente é roxa

Shamans:

Durante o jogo você encontra 6 shamans que fazem os personagens exceto o Ryu terem uma fusão temporária aumentando o AP/HP. Aqui vai a lista de onde encontrá-las:

- Sana: Capitain - Seso: WitchTower - Spoo: SkyTower - Solo: FarmTower - Seny: Bando (podes encontrá-la antes ou depois de enfrentar o Necroman) - Shin: Entrada esquerda da caverna Infinity

Agora vamos falar dos acertos da Capcom

Acertos da Capcom

Acerto 1: Enquanto a trama do primeiro Breath of Fire foi bem simples sendo apenas uma aventura medieval focada disputa dos clãs de dragões que voltou no 3 e no 4 a  Capcom decidiu fazer no Breath of Fire 2 uma rica e muito bem elaborada trama carregada de humor e drama

Acerto 2:  As missões paralelas continuam exigentes e importantes na trama, mas no Breath of Fire 2 são muito poucas o que deixa o jogo muito mais fácil terminar ao contrário do primeiro. Enfim reduzir essas missões exigentes no Breath of Fire 2 foi um grande acerto da Capcom

Acerto 3: O mundo do primeiro jogo era muito maior com muitas cidades contando com as duas do mundo dos sonhos isso deixava o jogo bem cansativo fora que a parte do mundo dos sonhos é muito estressante principalmente o segundo.  Ainda bem que no Breath of Fire 2 possui apenas uma única missão no mundo dos sonhos e deu uma reduzida nas missões estressantes o que foi um enorme acerto e também deixou o jogo mais empolgante e mais fácil para o jogador

Acerto 4: Por último o quinto acerto da Capcom está nos gráficos que realmente estão mais bonitos e muito melhores que os do primeiro disso não dá para reclamar. Com certeza a influência da Square que trabalhou junto com a Capcom no primeiro jogo melhorou bastante a parte gráfica do Breath of Fire 2. Pena que má influência da EA ferrou com a franquia em 2016

Acerto 5: A trilha realmente foi maior acerto da Capcom no dois jogos. Com detaque para as que tocam nos momentos mais emocionantes do Breath of Fire 2.

Pontos fracos do jogo

Nem tudo são flores nesse clássico e é por isso que esse tópico vai abordar isso

A volta dos labirintos irritantes:  Parece que é tradição da franquia desde o primeiro jogo ter uma quest com labirinto longo e irritante na metade do jogo até o final com o Breath of Fire 2 não é diferente  apesar de aparecerem pouco no Breath of  Fire 2 eles estão mais fáceis, porém continuam irritantes são eles: o corpo da Rainha de Tunlan, HighFort, Infinity, a memória de Gandafoof

A forma de dragão nas lutas: Tudo que é bom dura pouco se no primeiro Breath of Fire o Ryu ficava durante toda a luta em sua forma do dragão. Só que no Breath of Fire 2 o dragão só é usado pra atacar e depois o Ryu volta ao normal sem nenhum AP deixando o jogador no maior desespero quando dá de cara com batalhas que tem inimigos mais fortes. Mesmo assim é um ponto fraco do Breath of Fire 2 principalmente quando o Ryu estiver encarando o Deathevan na batalha final do jogo

A volta das batalhas aleatórias irritantes: Outra tradição da franquia desde o primeiro jogo.  No Breath of Fire 2 vou dar um exemplo: em uma parte que praticamente são 3 minutos de puro desespero. Na SkyTower que o Ryu e os seus amigos tem que lutar contra o tempo pra achar a Spoo ou caso contrário como a Petape disse em SimaFort as branquias não aguentam muito tempo embaixo d´ água então para passar disso tem que ter uma grande paciência com as batalhas

fim vou encerrar esse especial. É isso galera.

sexta-feira, 24 de abril de 2020

O jogo mais difícil dos Simpsons



O jogo mais difícil dos Simpsons

Por Gibran Teske

Como sabem ultimamente este que vos escreve não estava dando muita bola pro Cinema Trônico, mas mesmo assim sejam bem vindos ao post inédito do blog porque perdi a vontade de continuar com a fanpage. Chega de papo furado, pois a coluna artigo do Cinema Trônico vai fazer a resenha de um grande clássico do Nintendinho mesmo não conseguindo passar da segunda fase dele hehe

Sim senhoras e senhores o Cinema Trônico irá falar de um inesquecível jogo dos Simpsons que foi lançado em 1991 e fez parte da saudável disputa entre as empresas Sega e Nintendo, estou falando do The Simpsons: Bart vs Space Mutants ou Bart vs Space Mutants produzido pela Imagineering e Acclaim que estreou primeiro no Nintendinho e depois foi para o Mega Drive e Master System. Bom raça como isso aqui é um artigo então vamos falar primeiro dos Simpsons e depois do jogo



Foto: Imagineering e Acclaim
Fonte: Emuparadise

Senta que lá vem história

Em 1987 o cartunista americano Matt Groening  que atualmente além dos Simpsons e do Futurama está fazendo o seriado animado (Des)encanto pela Netflix,  se inspirou na sua própria família e então criou os Simpsons exibindo curta metragens animados deles no Tracey Ulman Show o sucesso dos Simpsons foi tanto que em 1989 no dia 17 de dezembro eles ganharam um seriado

Com a fama mundial consolidada na televisão os Simpsons  ganharam um filme animado, estamparam camisetas, tem um parque temático que reproduz Springfield, tiveram bonecos, foram temas de livros, álbum de figurinhas, gravaram discos como o Sing The Blues que tem a marcante Do The Bartman, além de estrelar um jogo de fliperama chamado The Simpsons Arcade que foi o primeiro jogo eletrônico deles, um jogo para celular ou ipad chamado  The Simpsons: Tapped Out e jogos de videogame como The Simpsons Game, The Simpsons: Hit and Out, Bart vs Space Mutants, Bart vs The World, Bartman meets Radioactive Man, Bart vs Juggernauts

Estou chocado consegui lembrar disso tudo. Agora vamos ao que interessa que é o jogo Bart vs Space Mutants que duas vezes foi capa da clássica revista Videogame que fez muito sucesso nos anos 90



O jogo Bart vs Space Mutants

Em 1991 o Nintendinho estava no auge do sucesso com jogos clássicos  como o Mega Man e o Battletoads então a Acclaim junto com a Imagineering decidiu entrar na Simpson Mania criando esse que além de ser o primeiro jogo para um videogame dos Simpsons (Não confundam com o The Simpsons Arcade apesar de ser lançado no mesmo ano) e é também considerado pelos fãs do nintendinho o mais difícil de todos os 27 jogos dando uma noção do que o jogador vai encarar

A trama principal do jogo Bart vs Space Mutants é muito simples: No clássico game o Bart descobre que mutantes espaciais estão planejando invadir a Terra além de possuírem os humanos. Por isso para impedir que o plano dê certo o Bart precisa encarar 5 tarefas bem desafiadoras que exigem muita concentração para não errar em nada e também muita, mas muita paciência do jogador

Primeira fase
Chefe: Nelson Muntz


A primeira fase do Bart vs Space Mutantes se passa nas ruas de Springfield o objetivo do Bart aqui é pichar, pintar e esconder 24 objetos roxos até parece simples fazer essas coisas, mas esse é o jogo mais difícil dos Simpsons que não tem continue e muito menos tem password sem contar que os comandos para controlar o Bart deixa tudo mais complicado ainda. Ou seja se você se dá mal em qualquer fase o jogador terá que novamente encarar a tarefa dos 24 objetos roxos



Simpsons, The - Bart vs. the Space Mutants (USA) In game screenshot
Foto: Imagineering e Acclaim
Fonte: Emuparadise

 Vamos pegar um exemplo nessa imagem da primeira fase que está acima só pra vocês leitores do Cinema Trônico sentirem o drama que é jogar o Bart vs Space Mutants.  Percebam que na esquerda há uma lata de lixo roxa. Certo? Acima do letreiro dos horários há um item que dá vida extra ao Bart só que pra pegá-lo tem que pular na tal lata, porém o que complica tudo isso é um mutante espacial fdp que fica pulando de um lado pro outro restando apenas pichar a lata de lixo por poucos segundos, pois o jogo não tem continue e o Bart possui apenas duas vidas. Na versão pro Mega Drive, Game Gear e Master System esse mutante espacial ganhou o visual mais próximo da capa do jogo

Obs: Não use o apito ou a bombinha aleatoriamente isso irá atrair um cachorro que irá te atacar

Obs2: Pule apenas na cabeça dos humanos possuídos isso vale pra todas as fases do jogo. Os mutantes derrotados dão um item que forma a letra do nome dos familiares do Bart (Homer, Marge, Lisa e Maggie) que te ajudam nos chefes deixando as coisas mais fáceis

Obs3: Não pule nos arbustos uma abelha aparece e te ataca


Segunda fase
Chefe: Adil (3 vezes) e Sra Boltz


A segunda fase é no shopping de Springfield e o objetivo do Bart nela é apenas recolher chapéus, mas o desafio aqui minha gente é muito maior que o da primeira fase tanto que nas vezes que até cheguei a conseguir passar da primeira fase acabei desistindo do jogo de tão difícil que a segunda fase é. Além de desviar dos mutantes espaciais, dos obstáculos pra complicar o Bart tem plataformas que se você vacilar ao cair já era, pois vais ter que passar tudo de novo. Há uma diferença da versão do nintendinho pro Mega Drive você enfrenta três vezes o espião Adil. Na versão do Mega apenas 1 vez

Terceira fase
Chefe: SideShow bob


Nas vezes que joguei não cheguei nessa fase

Bom essa é a mais divertida do Bart vs Space Mutants por causa dos mini games nela o que dão um leve alívio para quem conseguiu passar o sufoco que são as duas primeiras fases desse clássico jogo que é o mais difícil dos Simpsons. O objetivo que o Bart tem que encarar essa fase que passa em Krustyland é simplesmente estourar os balões

Quarta Fase
Chefe: Planta carnívora, Múmia, Dinossauro, Dr Marvim

O museu de história natural de Springfield é o cenário da penúltima fase e é muito difícil exigindo muita concentração e paciência do jogador principalmente no terceiro e último subchefe. O objetivo do Bart aqui é recolher todas as placas de saída para os mutantes espaciais não usarem elas

Quinta Fase

Se você conseguiu passar por todas as quatro fases anteriores com suor e muito sucesso a última fase do Bart vs Space Mutants que é a única que não tem chefe e não precisa coletar nome porque aqui toda a família Simpson ajuda o Bart  depende apenas da sua boa memória. O objetivo do Bart na Usina Nuclear de Springfield é coletar 16 barras nuncleares, porém a última é bem inusitada


Com isso esse artigo do Cinema Trônico chegou ao fim espero que tenham gostado

Obs: A tela de Game Over é uma cena do clipe da música  Deep Deep Trouble