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segunda-feira, 10 de julho de 2023

crítica do Indiana Jones e a Relíquia do Destino

  crítica do Indiana Jones e a Relíquia do Destino

por Gibran Teske

Enfim uma crítica inédita aqui no meu blog principal. A crítica de hoje é do Indiana Jones e a Relíquia do Destino que está dividindo opiniões.

Em 1944 o Henry Jones Jr estava atrás da Lança do Destino, porém encontrou algo mais poderoso que é a  metade da Maquina de Anticítera um complexo artefato que o Arquimedes usava para fazer cálculos matemáticos. O tempo passa então em 1969 o Indiana Jones estava se aposentando da carreira de professor até que sua ambiciosa afilhada Helena Shaw indiretamente o coloca em uma nova aventura envolvendo a Máquina de Anticítera.

Análise:  

Obs: Tem spoilers do filme a partir agora. 

Não tenho o que reclamar do Indiana Jones e a Relíquia do Destino em que o Harrison Ford pendurou o chapéu e o chicote defintivamente e recebeu críticas negativas. Ele é muito bom e vale a pena assistir no cinema, pois acho injusto esse filme ser criticado negativamente por fãs e críticos que reclamaram que a Helena Shaw rouba o protagonismo  do Indiana Jones no filme inteiro sendo que o longa o tempo todo deixa claro que é do Indiana Jones e a Helena Shaw em nenhum momento tirou o protagonismo dele, se ela realmente teve destaque maior no longa é claro que foi em poucas cenas isoladas como na perseguição no Marrocos que é uma típica cena da franquia Indiana Jones assim como as outras cenas de perseguição e as cenas que o Voller passa a perna no Indiana Jones.

O prólogo do filme que aconteceu em 1944 foi muito bom e lembra os três primeiros. Já quando o filme está em 1969 dá uma leve decaída já que a Helena Shaw não tem potencial pra ter filme ou série própria e também não tem o mesmo carisma da Marion, da Willie, e da Elsa Schnider que continuam marcantes. Nesse caso concordo que ela é uma personagem desnecessária que mais atrapalha o Indiana Jones ao invés ajudar ele. Fora que ela expõe ele em situações perigosas como na cena do navio afundado onde ele é atacado por enguias

Já o Mads Mikklesen  durante todo o Indiana Jones e a Relíquia do Destino entendeu que vilão do Indiana Jones tem que ser nazista e com isso ele fez um excelente vilão que se junta ao Toht, Mola Ram, e Donovan na galeria de vilões marcantes da franquia. Agora John Williams, Karen Allen, John Rys-Davis, e Harrison Ford realmente dispensam comentários 

A direção do James Mangold realmente foi perfeita e fez uma bela homenagem aos quatro primeiros sem precisar imitar eles apenas colocando pequenas referências dando uma identidade própria pro longa como o encerramento estilo Tom e Jerry que realmente foi genial assim como a curta viagem no tempo onde acontece o intenso climax do filme

Pra finalizar a crítica com chave de ouro: Eu amei a cena final em que o Indiana Jones e a Marion se reconciliam que não tem nada de lacradora. Além de reproduzir a clássica cena do beijo no navio do Caçadores da Arca Perdida onde o Indiana Jones dispara a clássica frase "Não são os anos querida, é a quilometragem"


Crítica do filme Plano 9 do Espaço Sideral

 Crítica do filme Plano 9 do Espaço Sideral

Por Gibran Teske

Eu sempre curti filmes bagaceiros do Rambo italiano Strike Comando ao FNAF que não é FNAF Willy's Wonderland, porém uma vez tentei assistir um filme do Godffrey Ho, mas achei muito chato mesmo com as divertidas cenas que o Gabriel Paixão citou na análise dele. Pra mim o filme bagaceiro tem que ser divertido com um roteiro mais ridículo que o orçamento, mas mudando o assunto segunda feira depois de assistir a análise do A Noiva do Monstro do cultuado Ed Wood resolvi assistir o filme mais famoso desse lendário cineasta.

Plano 9 do Espaço Sideral conta a história de uma pacata cidade americana onde acontecimentos bizarros acontecem depois que misteriosas naves espaciais aparecem forçando um tripulante de avião, um general do exército e a polícia resolverem tudo.

Análise do filme

Bom vamos começar falando do Ninjas Untouchables.

Apesar de ter poucos momentos divertidos típicos de um filme trash o ritmo do filme de ninja sem ninja era bem lento e chato. Já a incompreendida obra-prima do cinema bagaceiro dos anos 50 e do Edward Wood Jr que é o tema dessa análise realmente é muito boa e bem divertida de assistir do começo ao fim um dos momentos marcantes do filme é a cena do ataque do personagem do Bela Lugosi que tinha um ator alto se escondendo atrás da capa pra substituir o Bela Lugosi que faleceu durante as filmagens.
 Pra concluir: O filme Plano 9 do Espaço Sideral é um clássico do cinema bagaceiro que realmente vale a pena assistir

crítica do Pânico 6

  crítica do Pânico 6

Por Gibran Teske

A franquia Pânico que é a mais famosa de filmes slasher dos anos 90 que foi criada pela dupla Wes Craven e Kevin Williamson agora está em seu sexto filme que é bastante aclamado pelo público e crítica que além de manter o que deu certo nos cinco filmes anteriores continua divertido como um belo filme slasher tem que ser. Em Pânico 6 (que estreou nos cinemas no dia 9 de março) Sam, Tara, Mindy e Chad decidem se mudar pra Nova York para tentar superar o trauma que o massacre orquestrado por Richie e Amber, porém nem tudo é um mar de rosas já que um novo Ghostface está tocando o terror de forma brutal com as máscaras dos 9 assassinos anteriores (Billy, Stu, Sra Loomis, Roman, Charlie, Jill, Richie, e Amber)  

Agora vamos ao tradicional resumo da obra antes de seguir para os pontos positivos e negativos com comentários: O Pânico 6 realmente é muito melhor que o Pânico 5 de 2022, é muito bom como todos os anteriores (incluindo o terceiro que é o mais fraco), tem um elenco muito carismático (pena que a Neve Campbell não voltou nele) e diverte 

Cuidado tem SPOILERS
Pontos positivos do #pânico6:
- Morte do Jason: Essa trecho da cena de abertura foi bela homenagem ao Sexta-Feira 13 - parte 2 em que a Alice Hardy é assassinada de uma forma parecida ao abrir a geladeira. A diferença é que o Jason Voohrees dá uma gravata na Alice Hardy e a mata com um picador de gelo - Quarteto Top (Sam, Tara, Chad, e Mindy): Eles foram o grande acerto do quinto filme e continuam a sua jornada dessa vez em Nova York. A evolução deles do quinto filme pra esse é um dos pontos positivos - cena do mercado, da escada, do metrô e do apartamento da Gale: As famosas cenas de perseguição não poderiam ficar de fora. Essas citadas foram as melhores cenas do Pânico 6 e que entram no hall de perseguições clássicas da franquia

- os palavrões foram traduzidos corretamente na versão dublada:
Obrigado censura 18 anos 😁
- A trama ambientada em NY: Mudar o ambiente da trama do filme foi uma excelente idéia e deu certo

- Quinn arrastando a lâmina da faca na barra de ferro do mesanino: Wes Craven ficaria orgulhoso dessa cena que foi uma homenagem ao Freddy Krueger
- Bem melhor que o quinto filme: O quinto filme é bom, mas ele tem o pior ghostface e também a pior motivação da franquia. Apesar disso o Pânico 6 é muito melhor dá pra ver que a Melissa Barrera melhorou bastante

- A volta da Kirby: Uma das melhores personagens do Pânico 4 voltou e sempre achei aquela cena que ela leva a facada dada pelo Charlie bem injusta.

Pontos negativos:

- ausência da Sidney Prescott: O filme ficou muito estranho sem a presença da principal protagonista da franquia e ainda por cima deram uma desculpa esfarrapada que chamam de final feliz. Pqp a franquia sempre girou em torno da Sidney Prescott e não da Sam. - Desgaste da franquia Facada: Chega de Facada. Foi genial nos quatro primeiros filmes, mas já cansou (Eu te entendo Richie)
- A revelação e a motivação foram iguais a do Pânico 2: Shorty Meeks estava certo é sempre a mesma coisa.
- Ghostfaces mais burros e fáceis de descobrir: Deu pra sacar que era a Quinn bem no telefonema pra Gale já que o Bailey e o Ethan estavam com a Kirby, a Sam, a Tara, a Mindy, e o Chad
- A resistência e força da Quinn na cena do apartamento da Gale: Que p... foi essa? Onde ela tirou tanta força pra arremessar aquele cara?
- Motivação dos ghostfaces:
Ninguém quer saber daquele mimimi do Ritchie que continua sendo o pior ghostface da franquia. O filme é bom, mas a parte da motivação deles é a pior parte

- facadas no Chad e na Mindy:
: Yo, man. It's like I seen all this shit before.
- Esqueceram do assassinato da família da Liv: Está aí um dos maiores pontos fracos desse sexto filme. Nem se quer lembraram disso que traria uma carga dramática maior pro futuro romance do Chad com a Tara ao invés disso focaram na porcaria do plano mequetrefe do Ritchie
- o Skeet Urich foi muito mal aproveitado no filme: Só estava nesse filme porque tinha contas pra pagar e fez a mesma coisa do filme anterior ou seja o Billy nem se quer deu mais detalhes do namoro dele com a mãe da Sam e da Tara
- O motivo do santuário ser feito: Aquele santuário realmente foi uma boa idéia, porém o motivo dele ser feito foi muito tosco. O que raios o Richie tem haver com a trajetória da Sidney Prescott? Não tem nada haver. Faria mais sentido se esse santuário fosse uma espécie de esconderijo secreto da Gale e da Sidney em Nova York onde elas podem lembrar da própria trajetória com nostalgia - Gale foi muito mal aproveitada: Realmente a Gale estava ali apenas pra cumprir tabela e foi muito mal aproveitada no Pânico 6. Por exemplo naquela cena do santuário seria bancana ver a Gale bastante emocionada ao ver o boné e a câmera do Kenny até que ela conta com voz embargada ao Quarteto Top como aconteceu a morte do Kenny e diz que ele foi um herói assim como o Dewey

O filme mais marcante da franquia Sexta-Feira 13 - Minha opinião sobre o filme

  O filme mais marcante da franquia Sexta-Feira 13  - Minha opinião sobre o filme

Por Gibran Teske

Nos anos 90 (não lembro o ano) eu assisti pela primeira vez na televisão os clássicos Sexta-Feira 13 e também o o Sexta-Feira 13 - parte 3 filme que irei falar nessa crítica inédita porque eu realmente tenho preguiça de falar de todos os filmes da franquia que acabou sendo pioneira do subgênero terror no acampamento gerando clones ruins (Blood Murder) e clones bons (Acampamento Sinistro). Bom vamos parar com a enrolação e começar a crítica

Depois do discreto sucesso do Sexta-Feira 13 parte 2 o diretor Steve Miner se empolgou e decidiu voltar para a terceira parte, porém com a recusa de alguns que estiveram no anterior ele resolveu fazer um filme diferente com um elenco diferente e um roteiro totalmente diferente, mas que conta a história da Chris uma jovem traumatizada com o Acampamento Crystal Lake resolve ir pra lá com um grupo de amigos, porém o temível Jason decide tocar o terror lá

Análise:

Pontos positivos do Sexta-Feira 13 - parte 3

Muitos fãs dessa clássica franquia slasher consideram o Sexta-Feira 13 - parte 6: Jason Vive como o filme mais marcante da franquia por ser um terrir e que popularizou o Jason Voohrees na cultura pop. Eu concordo que ele é um filme marcante e realmente tem cenas memoráveis como a da mulher que é toda esquartejada em offscreen, mas na minha opinião o longa que realmente transformou o Jason Voohrees em ícone da cultura pop foi o terceiro filme. É nele que o Jason tem as suas principais marcas registradas que vimos nos filmes seguintes: a superforça, a facilidade que ele tem em se aproximar das vítimas e a máscara

Outro fator que faz o Sexta-Feira 13: Parte 3 realmente 
ser o filme mais marcante da franquia Sexta-Feira 13 além de tudo o que citei acima é o 3D tosco, a música tema disco dançante dele e todas as cenas de morte dele foram muito bem elaboradas. O filme realmente é muito bom e diverte apesar da ruindade do elenco em todo o filme o que deixa ainda mais divertido. O Jason do Richard Brooks mantém o tom ameaçador do segundo filme e é o grande destaque do longa junto com a protagonista Chris, os dois tiraram leite de pedra nesse filme

 Bom agora que basicamente falei de todos os pontos positivos vou falar dos negativos

Pontos Negativos do Sexta-Feira 13 - parte 3

O longa tem alguns pontos negativos e separei por tópicos

Trama:  A trama do Sexta-Feira 13 - parte 3 apesar de ser divertida é um ponto negativo dele. Sim porque nesse longa é a primeira vez a final girl tem uma ligação direta com o Jason no passado sendo explorado assim como o Tommy no 6 (ignoraram a idéia tosca dele virar um novo Jason ainda bem), a Tina no 7, e a protagonista do 8 só que o roteirista do 3 não aproveitou pra explorar melhor o trauma da Chris e resolveu fazer a matança de sempre ou seja deixou o filme basicamente na zona de conforto da franquia

Repetição do pesadelo final do primeiro dessa vez com a Sra Voohrees: Precisava disso?

Elenco: Esse é um grande ponto negativo porque basicamente todo elenco desse filme é ruim até mesmo a Dana Kimmel que substituiu a Amy Steel. Por exemplo a atuação do Nick Savage quando o Ali (personagem dele) tem a mão cortada foi muito ruim e ainda por cima o personagem dele voltou do nada pra ser morto. Outro exemplo de atuação ruim é a do Larry Zerner principalmente na emblemática cena que o Jason mata o Shelly e rouba a máscara

Personagens (casal, 3 motoqueiros, amigos e namorado da Chris): 


"
Yo, man. It's like I seen all this shit before."

Os personagens novatos do Sexta-Feira 13 - parte 3 que são amigos da Chris continuam com o mesmo estereótipo e a mesma burrice dos personagens dos dois filmes anteriores além disso o filme tem participação de um casal e de três motoqueiros que não tem nenhuma ligação com o trauma da Chris e serviram apenas para o Jason matá-los. 


Bom essa é a minha critica do filme

quinta-feira, 8 de junho de 2023

Crítica do filme Monster Dog - Uma Noite de Horror ou A Matilha da Maldição

 Crítica do filme Monster Dog - Uma Noite de Horror ou A Matilha da Maldição

Por Gibran Teske
Misture Alice Cooper, lobisomem, defeitos especiais, uma lenda do cinema trash italiano dirigindo com atuações ruins, e diálogo mais ridículo que o orçamento do filme que temos esse clássico do saudoso Cine Trash um rockstar chamado Vicent esconde um terrível segredo que é revelado quando decidem gravar um clipe dele em uma mansão
Bom essa pérola da licantropia é estrelada por Alice Cooper e foi dirigido pelo lendário roteirista do cinema bagaceiro italiano Cláudio Fragasso
O A Matilha da Maldição serviu apenas para o Alice Cooper ser assombrado quando gravou a trilha do filme e também para pagar as contas, afinal esse é um filme ruim que é muito bom

terça-feira, 2 de agosto de 2022

A Maldição de Samantha: o incompreendido clássico de Wes Craven

  A Maldição de Samantha: o incompreendido clássico de Wes Craven

Por Gibran Teske

Hoje o mestre  do terror moderno Wes Craven que nasceu no dia 2 de agosto de 1939 estaria completando 83 anos e para homenageá-lo aqui vai a crítica do A Maldição de Samantha que na minha opinião é um clássico incompreendido de um gênio que fez clássicos como A Hora do Pesadelo, A Maldição dos Mortos-Vivos e outros

Em 1986 um ano após gongar o A Hora do Pesadelo 2 depois de recusar dirigi-lo o diretor Wes Craven decidiu aproveitar o sucesso que o primeiro A Hora do Pesadelo lhe rendeu para fazer outros filmes até que junto com Bruce Joel Rubin ele decidiu adaptar o conto Friend para os cinemas foi então que surgiu o A Maldição de Samantha estrelado pela atriz Kristy Swanson bem antes de interpretar a Buffy Summers que a fez ser conhecida mundialmente. Infelizmente o longa não foi bem nas bilheterias, mas se tornou um clássico cult 


No longa Paul um rapaz tímido que tem apenas como companhia o robô Bee Bee acaba se apaixonando pela vizinha Samantha, porém ao ficar solitário quando Samantha morre nas mãos do pai abusivo dela e Bee Bee é destruído por Elvira uma vizinha ranzinza Paul resolve dar uma de Victor Frankenstein ao implantar o chip de Bee Bee em Samantha sem imaginar as trágicas consequências que essa atitude pode trazer

Mesmo com o Kristy Swanson interpretando Samantha o A Maldição de Samantha não foi muito bem nas bilheterias por causa das mudanças impostas pela Warner se tornando um incompreendido filme do Wes Craven, mas apesar disso o longa tem cenas clássicas  como o pesadelo do Paul com o pai abusivo da Samantha e a Samantha matando Elvira com uma bola de basquete

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Crítica do filme Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface

 Crítica do filme Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface


Por Gibran Teske




Em 2019 tinham anunciado que fariam um filme novo da franquia Massacre da Serra Elétrica que marcou retorno da Sally Hardest e fizeram. Trata-se do Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface que foi produzido pela Netflix e estreou na própria Netflix no dia 18 de fevereiro de 2022. O longa conta a história de duas irmãs que vão com os amigos a Harlow, porém a estadia na cidade se torna um pesadelo quando a misteriosa tutora do sádico Leatherface morre começando assim um banho de sangue.


Vou ser bem sincero o que fizeram nesse filme realmente foi uma ofensa aos fãs que assistiram o original de 1974 que tinha um estilo único e marcante por conta do suspense agoniante ao contrário do Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface que se tornou mais um terror slasher genérico feito apenas para os fãs de gore, pois o que a Netflix fez com a Sally Hardest a pioneira das final girls e o Leatherface clássico  foi ridículo, não esquecendo da péssima atuação  da maioria do elenco como na única cena agoniante do filme que foi a do massacre dentro do ônibus. Apesar disso a única coisa que salvou esse filme foram as cenas sangrentas em que o Leatherface mata sem só

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Crítica do filme Strike Commando - Comando de Ataque


Foto: Reprodução



" JAKODAAAA"

Crítica do filme Strike Commando - Comando de Ataque

Por Gibran Teske

Hoje chutei o balde e resolvi fazer a minha crítica atrasada dessa deliciosa bagaceira chamada Strike Comando - Comando de Ataque do cineasta e roteirista Bruno Mattei o mestre do cinema bagaceiro italiano com pérolas como Os Predadores da Noite, Ratos - A Noite do Terror. O roteiro é do parça do Bruno Mattei o também cineasta e roteirista italiano Cláudio Fragasso que é muito conhecido aqui no Brasil através do saudoso Cine Trash que exibiu os clássicos Monster Dog, e Troll 2 que foram dirigidos por ele

Strike Commando - Comando de Ataque conta a história do soldado Michael Ransom que lidera um comando de ataque (daí o título do filme), porém ele é traído fazendo com o que os seus subordinados morressem com isso ele busca vingança 

Com todos os elementos que consagraram a dupla (atuações canastronas, personagens sumindo ou aparecendo do nada, cenas reaproveitadas na maior cara de pau) o longa de 1987 é uma divertida versão de baixo orçamento e muito picareta do Rambo II - A Missão. A cena mais memorável do filme é quando o Michael Ransom grita o nome do vilão que se chama Jakoda. O filme inclusive tem uma continuação que se chama Strike Commando 2 cujo título original é Trappola Diabolica

domingo, 16 de agosto de 2020

15 anos do American Pie: Tocando a Maior Zona (especial)

Foto: Reprodução/Universal

 

Me abre
Me fecha
Me chama de gaveta

15 anos do American Pie: Tocando a Maior Zona (especial)

Por Gibran Teske 

Amada por uns e odiada por muitos decidi aproveitar a notícia do trailer do novo filme da franquia paralela da cinessérie American Pie conhecida como American Pie presents que passou a apresentar os familiares do carismático Steve Stifler para falar do meu spin off preferido.

Senta que lá vem história. Vamos falar dessa franquia primeiro

Em 2005 dois anos depois do estrondoso sucesso das desventuras do atrapalhado Jim Levenstein em seu próprio casamento  no American Pie - O Casamento nos cinemas em 2003 a Universal decidiu criar uma franquia paralela toda focada na família Stifler chamada American presents começando com o American Pie: Tocando a Maior Zona (American Pie presents Band Camp) conhecido como American Pie 4. Além dele também teve o American Pie: O Último Stifler Virgem (American Pie presents The Naked Mile) conhecido como American Pie 5, American Pie: Caindo em Tentação (American Pie presents Beta House) conhecido como American Pie 6, e o American Pie: O Livro do Amor (American Pie presents The Book of Love) conhecido como American Pie 7. Todos spin offs são bem divertidos

Chega de papo e vamos ao que interessa

"So I, I feel like an aeroplane, above the rain"

Eu devo estar me perguntando: Por que raios decidi falar do American Pie: Tocando a Maior Zona que nem é da franquia principal e fazer um especial completo sobre ele? Simples, primeiro motivo que de todos esse é o meu American Pie presents preferido e o segundo motivo é que esse filme vai completar 15 anos no dia 26 de dezembro que foi o dia do lançamento dele em dvd

O American Pie: Tocando a Maior Zona é o melhor de todos os quatro spin offs (Essa é a minha opinião pessoal)

Muitos dizem que o American Pie: Tocando a Maior Zona é o pior dos spin offs, eu discordo. Todos os elementos que consagraram a franquia dos cinemas estão lá (No próximo tópico falarei das referências que encontrei nele) e sinceramente eu o considero o melhor de todos os spin offs. Assim como os da quadrilogia que foi pros cinemas ele equilibra perfeitamente entre o besteirol e o romance. Já os dois protagonizados pelo Erik Stifler forçaram um pouco a barra em algumas piadas sexuais (não vou falar do American Pie 7 porque não assisti inteiro). Enfim pra completar esse tópico antes de continuar o American Pie 4 além do American Pie 7 é o que mais se aproxima da franquia principal dos cinemas

"Play that funky music, white boy"

Referências à franquia principal

No tópico anterior eu disse que o American Pie: Tocando a Maior Zona é o que mais se aproxima da quadrilogia principal e aqui vão as principais referências que encontrei nele (uma delas por sinal é uma dica do que aconteceu com o Jim Levenstein e a Michelle Flaherty no American Pie - O Reencontro)

Música tema em versão instrumental : A música que a banda da East Great Falls tenta tocar na apresentação sabotada pelo Matt é a Laid a música tema da franquia  American Pie

A tradicional humilhação nojenta sofrida por um Stifler: Assim como o Steve Stilfer nos quatro filmes principais o Matt também sofreu uma humilhação nojenta. Ele bebe 
saliva pensando que é refrigerante 

Uma vez no acampamento de bandas...:
 A  clássica história que a Michelle Flaherty contou no primeiro American Pie é lembrada no American Pie: Tocando a Maior Zona. Nele um amigo do Matt comentou que  a Michelle Flaherty gostava de se esconder pra se masturbar com uma flauta nisso o Matt ficou pensando que Elyse faz a mesma coisa com o Picardo ao ver a caixa chamativa

Um pequeno spoiler do American Pie - O Reencontro:  Quando chega no acampamento de bandas o pai do Jim revela para o Matt que vai se tornar avô e por isso ele assumiu temporariamente a função de Macro. No American Pie - O Reencontro o Jim Levenstein e a Michelle Flaherty tem um filho

Referência ao American Pie 2: Na lanchonete quando começam a tirar onda da cara do Matt por ter uma paixão platônica pela Elyse o próprio Matt cita que um amigo do Steve (Jim Levenstein) se apaixonou pela ninfo da banda (Michelle Flaherty) e foi até o acampamento de bandas se declarar 

Outra referência ao American Pie 2: O pai do Jim reconhece Matt na cena que o Matt chega ao acampamento de bandas

Mais uma referência ao American Pie 2: A locação do acampamento onde se passa todo o American Pie: Tocando a Maior Zona é a mesma do segundo 

A famosa cena da torta citada:
 O pai do Jim conta ao Matt e a Elyse sobre um infame momento que aconteceu na cozinha dele (a famosa cena da torta do primeiro American Pie)  e depois fala o seu famoso bordão  motivacional

Outra referência ao American Pie (o primeiro filme): A locação da escola é a mesma do primeiro filme

Agora  vamos falar sobre o próprio filme

No filme que inaugura a série American Pie presents Matt Stifler é o protagonista da vez e depois de sabotar a apresentação da banda da escola ele vai parar no acampamento de bandas (o Band Camp do título original) para continuar com a idéia de seguir os negócios do seu irmão, porém acaba se apaixonando pela Elyse uma jovem determinada que sonha estudar num conservatório

Na época que foi lançado o American Pie: Tocando a Maior foi muito criticado por não ter a presença do elenco principal, mas como eu havia escrito acima é o que mais se aproxima dos filmes principais tanto que o Chris Owen (O Sherminator) e o Eugene Levy (O Noah Levenstein) fazem um cameo. Além desse o pai do Jim também apareceu nos outros filmes seguintes. Voltando ao filme esse filme é o melhor de todos os spin offs porque demonstrou o amadurecimento da franquia

É isso



segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Critica do filme Liga da Justiça





Critica do filme Liga da Justiça

Obs: Essa critica tem SPOILERS

Por Gibran Teske

Liga da Justiça o filme aguardado pelos fãs dos quadrinhos da Liga da Justiça da América finalmente chegou aos cinemas depois de ter um telefilme dos anos 90, e dois aclamados desenhos animados o homônimo de 2001, e o Liga da Justiça Sem Limites todos os três passavam no SBT. Então vamos a critica do filme que passou por uns problemas de bastidores

Se passando após a morte do Superman Bruce Wayne e Diana Prince decidem procurar o Aquaman, Flash e Cyborge para formar um grupo além de achar um jeito de trazer o Superman de volta. Paralelamente o vilão Lobo da Estepe que havia sido derrotado na antiguidade retorna para recuperar as caixas maternas e fazer as forças do temível Darkseid virem pra Terra

Critica:

O filme Liga da Justiça é bom e o elenco também a química entre eles foi o que salvou o filme assim como a emocionante abertura que mostra o que aconteceu depois dos eventos do Batman v Superman, mas acho que sinceramente da parte da Warner houve uma falta de respeito com o Zack Snyder que praticamente tinha deixado o filme 99% pronto pra ir pros cinemas quando se afastou por conta de problemas pessoais

Vamos aos pontos positivos e negativos com comentários

Pontos positivos:

O filme é bom e lembra um episódio do desenho de 2001 e do Liga da Justiça Sem Limites
Todos os heróis estão ótimos no filme. O Lobo da Estepe também estava bom
as canções escolhidas pro filme principalmente a Come Together
Todas as referências
as piadas foram boas e lembram as dos desenhos

Pontos negativos:

Joss Whedon refilmar e cortar boa parte de cenas feitas pelo Zack Snyder que já estavam prontas: Foi uma falta de respeito com o Zack Snyder que estava disposto a corrigir os erros que cometeu no Batman v Superman como o esclarecimento da cena do pesadelo que o Bruce Wayne teve

ausência da música tema do desenho: Custava o Danny Elfman colocar a música tema do desenho de 2001 no final do filme? Aquele epílogo do filme que começa com todos reunidos e felizes após vencerem o Steppenwolf seguido do resumo que mostra o que aconteceu com cada um era perfeito pra música tema do desenho de 2001 tocar. Se o Danny Elfman queria conquistar pela nostalgia ele vacilou nisso

ausência do Batman desabafando diante do túmulo do Superman: essa é uma das cenas mais emocionantes do episódio No Além e com certeza o Snyder colocaria pra aprofundar a amizade dos dois. Seria legal ter visto no filme o Batman sozinho diante do túmulo do Superman até que desabafa dizendo que se sente culpado pelo que aconteceu além de dizer que aquele momento do sacrifício o fez respeitá-lo como herói e como amigo

ausência do plano de contingência que o Batman fez pra deter o Superman no Batman v Superman: O Joss Whedon praticamente ignorou isso no filme da Liga da Justiça. Era pro Batman lembrar desse plano de contingência e da kryptonita verde que pegou do Lex Luthor no Batman v Superman avisando os outros que fará novas balas de kryptonita pra deter o Superman caso ele fique contra eles

Foto: Divulgação/Warner

sábado, 29 de julho de 2017

Critica do Jogos Mortais 3


Jigsaw: Suffering? You haven’t seen anything yet” 

O terceiro filme da saga do Jigsaw
Por Gibran Teske

Em 2010 eu havia feito uma critica sobre esse filme e após revê-lo em 2017 continuo considerando um dos melhores filmes da franquia que chegará ao oitavo filme em outubro. Por isso eu irei acrescentar mais coisas já que eu revi o filme na Netflix. Então vamos lá

Bom 6 meses após o desparecimento do detetive Eric duas pessoas (Troy e Kerry) são mortas brutalmente e uma médica é misteriosamente seqüestrada do hospital onde trabalha. Então vemos que Amanda leva a Dra Lynn ao John Kramer/Jigsaw que pede para ela operá-lo e mantê-lo vivo caso contrário ela também morre. Paralelamente Jeff (que é marido da Lynn) se submete a uma bateria de testes pra no final salvar Lynn e a sua filha (que acontecem ao mesmo tempo com os do Rigg).

Em Jogos Mortais 3 que fechou a primeira trilogia da cinessérie da Lionsgate de maneira brilhante apesar da brutalidade de algumas armadilhas além de ser o que mais tem terror psicológico com uma magistral atuação do Tobin Bell o John Kramer/Jigsaw o serial killer que não mata ninguém mostra o seu lado mais paternal e humano assim como a brilhante atuação da Shawnee Smith como a Amanda Young que mesmo perturbada também mostrou que é uma pessoa com defeitos. Não esquecendo do Angus McFayden que foi a cereja do bolo do filme ao interpretar o vingativo Jeff

Tirando isso pela 
sinopse vimos que Leigh Whannel estava feliz da vida com o sucesso dos genais dois primeiros filmes, porém quando ele resolveu escrever esse terceiro que foi um filme excelente a coisa mudou de figura. A genialidade dos dois primeiros deu lugar a um roteiro cheio de furos escrito por um Leigh Whannel de má vontade (além da pressão de fazer um filme melhor que os dois primeiros essa má vontade foi provocada pelas mudanças impostas pela Lionsgate e a censura imposta pela MPAA)

Pontos Positivos:

- Todas as armadilhas e todos os flashbacks
- Tobin Bell, Shawnee Smith, e Angus McFayden
- fechou a primeira trilogia com chave de ouro

Pontos negativos:

- furos de roteiro 

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Critica do Piratas do Caribe: A Vingança de Salazaar

Critica do Piratas do Caribe: A Vingança de Salazaar
Por Gibran Teske
Seis anos depois do Navegando em Águas Misteriosas a ambiciosa franquia Piratas do Caribe protagonizada por Johnny Depp chega ao seu quinto filme e como naturalmente acontece com toda franquia como Velozes e Furiosos por exemplo a fórmula além do carismático Capitão Jack Sparrow já começam a dar claros sinais de desgaste. E é sobre esse novo longa da Dsiney que se chama Piratas do Caribe: A Vingança de Sala...zaar que irei fazer a crítica do Cinema Trônico de hoje
No novo filme da saga o icônico Jack Sparrow acaba conhecendo Henry Turner o filho do casal Will e Elisabeth (que apareceu na cena pós créditos do No Fim do Mundo) e Karina que estão atrás do Tridente de Poisedon. Paralelamente o vingativo Salazaar que matava piratas no passado retorna com o simples objetivo de matar o Jack Sparrow pelo que o sarcástico pirata fez no passado e com isso tem a ajuda de Barbossa
Critica:
Com uma desnecessária cena pós créditos que dá a entender que (spoiler)O Davy Jones recuperou o Holandês Voador e que a maldição continua (spoiler), o filme é ótimo e encerra definitivamente de maneira honesta a saga do Will Turner que começou no A maldição do Pérola Negra. Apesar disso como eu havia dito a franquia está começando a se desgastar dando claramente pra perceber que até o Johnny Depp está cansado e um dos pontos negativos desse filme foi a dublagem trocar o Marco Antônio Costa por outro dublador não deu certo. Sinceramente é melhor a Disney parar nesse quinto filme
Foto: Divulgação/Disney
Fonte da imagem: Omelete

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Critica do filme Esquadrão Suicida


"I can't wait to show you my toys"
Critica do filme Esquadrão Suicida
por Gibran Teske
Bom eu sou fã da Marvel e da DC alem de gostar de assistir aos filmes de ambas as editoras por isso fiz questão de nessa segunda feira ir ao cinema assistir ao Esquadrão Suicida filme baseado na equipe de vilões homônima da DC comics que foi injustamente detonado por alguns fãs da DC e critica especializada no dia 2 de agosto quando saiu as primeiras criticas do longa que estreou no dia 4 de agosto no Brasil e no dia 5 de agosto nos EUA. Agora chega de papo e vamos para a minha critica
A trama de Esquadrão Suicida escrita pelo diretor David Ayer eh simples apos os eventos de Batman v Superman a durona Amanda Waller se reune com o governo para formar uma equipe convocando os vilões Amarra, Capitão Bumerangue, Arlequina, pistoleiro, Killer Croc e El Diablo para uma missão suicida com supervisão de Rick Flag para combater a bruxa milenar Magia que possuiu a arqueologa June Moone ao descobrir os planos dela. paralelamente o Coringa volta para resgatar a Arlequina
Apos assistir no cinema eu achei o longa que foi escrito e dirigido por David Ayer divertido e bem incompreendido sendo que no dia 2 de agosto os fãs da DC e criticos de sites especializados, revistas e jornais desceram a lenha dizendo que o filme eh fraco. Eu não concordo com eles, pois o Esquadrão Suicida eh muito bom mesmo com algumas polêmicas como o metodo do ator Jared Leto para interpretar o Coringa, as refilmagens pra mudar o tom para deixar o filme Esquadrão Suicida mais leve apos não aprovarem a versão sombria, os cortes em cenas dos trailers incluindo dez minutos a mais do Coringa, a suposta interferência da Warner por conta das criticas negativas do Batman v Superman. Ou seja mesmo mal montado o filme cumpriu muito bem o seu papel que eh justamente divertir o espectador. A trilha sonora eh muito boa e a dublagem brasileira tambem foi boa alem do filme ter uma rapida cena que reproduz a icônica capa da HQ Batman Arlequina desenhada pelo Alex Ross.
No dia 2 de agosto os criticos e fãs elogiaram apenas três personagens pistoleiro, Arlequina e Amanda Waller alegando que o David Ayer deu protagonismo maior a eles deixando os outros personagens "mal aproveitados" alem de criticarem a Magia dizendo que ela foi uma vilã generica. Novamente não concordo com eles na mimha opinião apesar desses três personagens serem sensacionais no filme eles dividem o protagonismo com os outros personagens que os fãs e criticos alegam serem "mal aproveitados". Ou seja ao contrario do que dizem os fãs DC e os criticos todos os personagens do filme incluindo os que tem pouco tempo de cena tem o seu proprio protagonismo.
Todo o elenco do filme eh excelente alem de ser muito carismatico assim como os personagens e assistindo o filme realmente da pra notar que eles estavam muito bem entrosados e muito bem a vontade. Uma coisa que eu concordo com os fãs e os criticos quando eles disseram que o grande destaque do elenco do Esquadrão Suicida eh a atriz Margot Robbie que captou perfeitamente a essência da Arlequina que eh irritante, sarcastica, sofre pelo Coringa e tem um romance disfuncional com ele. Sem contar que a dublagem brasileira da Arlequina foi otima e a voz da Iara Riça ficou legal na cena da bolsa em que a Arlequina diz a marcante "Somos vilões, eh o que fazemos"
Bom como os criticos e os fãs fizeram que eh deixar pra falar do Coringa do Jared Leto no final eh justamente isso que eu irei fazer. Ao contrario dos fãs da DC que queriam um Coringa como o do Heath Ledger e os criticos que detonaram injustamente o Jared Leto eu gostei do Jared Leto como Coringa e também gostei que ele apareceu pouco mesmo sentindo falta da cena marcante em que ele diz a "I can't wait to show you my toys", afinal o filme eh do Esquadrão Suicida e não do Coringa. Outra coisa que não concordo eh que estão detonando o Coringa do Jared Leto por ser romântico e querer ir atras da Arlequina. Na verdade eu gostei pois isso lembrou do Coringa do Animated series. Já o fato de ele não ser o vilão os fãs não devem se preocupr, pois se tiver o 2 ele vai ser ja que a ultima cena do Esquadrão Suicida deixa bem claro
Espero que gostem da minha critica
Foto Reprodução/Warner
Fonte da foto Adorocinema

domingo, 23 de agosto de 2015

Crítica do filme Divertida Mente

Foto de Cinematrônico.


Crítica do filme Divertida Mente
Por Gibran Teske

Desde o primeiro Toy Story a Pixar nos brindou com grandes filmes de animação atemporais como: Wall E, Procurando Nemo, Os Incríveis, Ratatouille, UP – altas aventuras, Monstros S/A e o mais recente longa Divertida Mente que estreou nos cinemas brasileiros no dia 18 de junho e nos cinemas americanos no dia 19 de junho. Depois de encerrar a trilogia Toy Story e amargar alguns fracassos a Pixar resolveu cancelar um projeto de fi…lme sobre uma salamandra extinta que seria chamado de Newt para evitar um futuro processo de plágio por ser parecido com o filme Rio, porém após Peter Docter analisar o comportamento de sua própria filha de 11 anos foi então que surgiu o Divertida Mente.
Em Divertida Mente os protagonistas dessa vez são as emoções humanas Alegria, Tristeza, Raiva, Nojinho e Medo que vivem dentro da mente de Riley uma menina de 11 anos que é apaixonada por hockey e se mudou de Minesota para São Francisco junto com os seus pais, porém após uma confusão na central de comando (a mente da Riley) Alegria e Tristeza são colocadas para fora de lá e isso acaba mudando radicalmente o comportamento da menina, nisso Alegria e Tristeza se envolvem em uma grande, perigosa e emocionante aventura pra voltar ao centro de comando e fazer a mente da Riley voltar ao normal
Com um simpático curta chamado Lava que passa antes o Divertida Mente sem sombras de dúvida além de marcar a volta por cima da Pixar é mais uma obra prima do estúdio e está no mesmo nível do Os Incríveis, Procurando Nemo, da trilogia Toy Story. Um dos destaques do filme é a emocionante Tears of Joy que faz parte da trilha sonora composta pelo Michael Giacchino e outro destaque é a dublagem brasileira que foi excelente
Foto: Reprodução

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Crítica do filme Quarteto Fantástico 2015



Crítica do filme Quarteto Fantástico 2015
Por Gibran Teske
Depois de ver que os internautas e a crítica estava descendo a lenha hoje eu criei coragem e fui assistir o reboot do Quarteto Fantástico que é a quarta adaptação deles aos cinema depois do Quarteto Fantástico (1994), Quarteto Fantástico (2005) e sua continuação Quarteto Fantástico e o Surfista prateado (2007). Além disso o reboot de 2015 recentemente ficou marcado por problemas que aconteceram nos bastidores dele. Só... pra ter uma idéia deles o ator Milles Teller e o diretor Josh Trank tiveram uma discussão bem séria e quase partiram pra porrada entre eles
O reboot de 2015 conta a história de Reed Richards um jovem que na infância com a ajuda de Ben Grimm inventou um teletransportador que leva para um misterioso planeta em outra dimensão. Nisso ele conhece Frank Storm e Sue Storm que gostaram da idéia dele decidindo coloca-la em prática, porém Victor Von Doom resolve incentivar que ele próprio, Reed, Johnny Storm junto com Ben façam uma perigosa expedição na misteriosa dimensão o que vai mudar completamente a vida deles
Apesar das críticas muito negativas este que vos escreve não achou o reboot de 2015 tão ruim assim muito pelo contrário. O que estragou o filme (e que me faz concordar com as criticas) foi o terceiro ato em que um tosco Dr Doom com motivação pífia retorna apenas para a apressada batalha final na outra dimensão. Fora isso os dois primeiros atos do Quarteto Fantástico de 2015 foram ótimos, mas foram prejudicados pela origem arrastada do Quarteto Fantástico e pelos inúmeros cortes que o filme sofreu
Foto: reprodução/FOX

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Crítica do filme Pixels

"Só peço uma coisa! Não contem que eu atirei em um Smurf"
Crítica do filme Pixels
Por Gibran Teske

Os anos 80 assim como o diretor Chris Columbus está de volta e dessa vez junto com o ator Adam Sandler adaptou um curta metragem chamado "Pixels" para os cinemas. No longa que também se chama Pixels os alienígenas enviam clássicos jogos de fliperama para invadir a Terra, é então que cabe ao atrapalhado presidente William Cooper convocar os seus amigos de infância Sam Brenner e Ludlow Lamansoff com a ajuda do sarcástico Eddie Plant para salvar o próprio governo e o mundo
Ao contrário do que a crítica e internautas dizem implicando com o filme só por causa do Adam Sandler, este que vos escreve considera o Pixels um ótimo longa que é um típico filme despretensioso do Adam Sandler como esses: Os Cabeças de Vento, O Paizão, Afinado no Amor, Tratamento de Choque, Click, Um faz de conta que acontece, Como se fosse a primeira vez.
O filme Pixels é bem divertido, tem muitas referências aos anos 80, os efeitos especiais são ótimos e em alguns momentos dá pra ver claramente que o Chris Columbus deixou o elenco do filme como o ator Peter Dinklage bem a vontade. Além disso tem uma coisa que os críticos não notaram: o criticado personagem William Cooper é uma genial sátira ao George W. Bush que assim como o William Cooper só fez trapalhada quando foi presidente dos EUA. E outra coisa os gamers que estão detonando o filme esqueceram que durante a infância e adolescência foram exatamente como o Ludlow se apaixonando pela Chun Li, pela Cammy, pela Mai Shiranui ou pela Morrigan?

Pra encerrar a critica: O filme tem uma divertida ponta do Toru Iwatani o criador do Pac Man. O cameo também está no trailer


Foto: Reprodução


segunda-feira, 13 de maio de 2013

aproveitando a noticia do remake do filme Gremlins aqui vai a critica dos dois filmes



fofinho como Mogwai, mas sacana como Gremlin 


por Gibran Teske

Em 2007 estava entediado em pleno sábado quando vi esse clássico produzido pelo Spielberg, dirigido pelo Joe Dante e escrito por Chris Columbus (que recentemente fez o Percy Jackson e o Ladrão de Raios) que encantou gerações com Gremlins indo em direção à cidade pra tocar o terror (depois que o Gremlin moicano cai numa piscina) ao som da clássica música tema composta pelo Jerry Goldsmith

Em Gremlins Billy é um rapaz que trabalha num banco da pacata Kingston Falls. Ele é humilhado por uma rica antipática chamada Ruby Deagle. e vê o carinha que trabalha com ele dar em cima de sua namorada Kate, mas a rotina de Billy e de Kingston Falls muda quando seu pai compra o simpático mogwai Gizmo de presente de natal, mas para criá-lo tem que cunprir 3 regras sagradas (não expor em luz forte, não molhar e não dar comida depois da meia-noite), porém um amigo do Billy decide molhar Gizmo e com isso dá origem a mogwais fanfarrões que decidem comer depois da meia noite e viram Gremlins

O filme é um clássico dos anos 80, a cena mais engraçada é quando uns Gremlins resolvem incomodar a mau humorada Ruby Deagle cantando na frente da casa dela como se fosse coral de natal enquanto um outro Gremlin resolve sabotar a cadeira elevador dela. 

https://www.youtube.com/watch?v=KBaCHull47I




eles estão de volta

por Gibran Teske

Depois de aterrorizarem a pacata Kingston Falls no primeiro filme os temíveis Gremlins estão de volta só que dessa vez em Nova York. Joe Dante volta para essa continuação onde o protagonista Billy e sua namorada Kate se mudam e arrumam um novo emprego, dessa vez o casal trabalha no Edificio Clamp, porém com o falecimento do Chinês da loja de antiguidades Gizmo foge e é levado para um laboratório do prédio escapando de lá só que numa tentativa de Billy para esconder Gizmo o faxineiro do prédio sem querer molha o mogwai enquanto tentava consertar o bebedouro e com isso surge uma nova geração de mogwais fanfarrões que aprisionam Gizmo e conseguem enganar Kate, exceto o Billy.

Gremlins 2 - A Nova Geração é genial como o primeiro e o humor negro dos Gremlins muito mais afiado basta ver nas auto-paródias (quando atacam o crítico que falou mal do primeiro filme e o momento que eles queimam o rolo do próprio Gremlins 2, exigindo passar o Branca de Neve  e os Sete Anões no lugar)

http://www.youtube.com/watch?v=qAHXhksBv3c

DA DA DARARA DA DA DARARA DA DA DARARA

domingo, 12 de maio de 2013

critica do filme O Homem do Futuro



“Você vai ter que ser forte. Vai doer. Mas você vai aguentar. Não tem jeito: não há vida sem problemas.”  Zero

Sim nós temos filme de ficção cientifica

por Gibran Teske

Decidi voltar a fazer críticas de filme por três coisas: primeiro eu porque quero que parem de ficar enchendo o meu saco no Inbox do facebook, segundo porque o filme brasileiro que irei falar nessa crítica nova vale muito a pena assistir e terceiro porque esse filme tem viagem no tempo e um clássico do Legião Urbana.




O filme brasileiro que me refiro no começo dessa crítica se chama O Homem do Futuro, ele é uma comédia romântica de ficção cientifica  dirigido pelo diretor Claudio Torres (que fez o também divertido A Mulher Invisivel). O longa conta a história de Zero (Wagner Moura) um cientista  fracassado que em 1991 foi humilhado por Helena (Alinne Moraes) em uma festa a fantasia, por isso prestes a ser demitido do lugar onde trabalha ele usa sua própria invenção para voltar no tempo com intenção de reconquistar Helena e impedir a humilhação sem saber que isso pode provocar consequências graves em seu próprio futuro



A história e os efeitos especiais do O Homem do Futuro é o que  fazem valer a pena assistir, pois isso faz ele ser bem diferente dos outros longas brasileiros do gênero comédia romântica que foram produzidos pela Globo Filmes, simplesmente pelo fato de ter ficção cientifica na história o que fez com que evitasse cair no velho e criticado clichê filme-novela. Outro fator que faz o longa do Claudio Torres ser muito legal são as regras sobre viagem no tempo que já vimos em filmes como a trilogia De Volta Para o Futuro



O elenco do O Homem do Futuro fez um grande trabalho, Wagner Moura que aproveitou o embalo do sucesso dos dois Tropa de Elite, estava excelente e muito inspirado quando fez o cientista Zero e Alinne Moraes além de cantar muito bem estava ótima como Helena, além deles a trilha sonora é muito bacana

Confira aqui o clipe da "Tempo Perdido" feito exclusivamente para divulgar o filme

http://www.youtube.com/watch?v=jmkCk5EmSG0



quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

será que o diretor de fotografia, Bill Condon e Melissa Rosemberg gostam de White Stripes?



será que o diretor de fotografia, Bill Condon e Melissa Rosemberg gostam de White Stripes?

por Gibran Teske

a irônica pergunta acima é o título da minha nova critica nova

ela é sobre o Saga Crepúsculo Amanhecer - parte 1 o primeiro de dois filmes (uma clara imitação oportunista da Summit que estava com inveja da Warner que fez isso muito bem com a adaptação do Harry Potter e As Reliquias da Morte) a parte 2 que do Amanhacer que estreou hoje (dia 15 de novembro) nos cinemas do mundo todo

Na minha opinião o David Slade e seu tom sombrio fizeram muito falta e como

Depois de um bom filme que foi o Eclipse (onde David Slade trouxe dinânimica nas cenas com diálogos, agilidade nas cenas de ação, e um tom sombrio) a Summit praticamente fez cagada atrás da outra com a adaptação do Amanhecer

primeiro chutou o David Slade (escalando o elogiado Bill Condon no lugar), dividiu a adaptação do Amanhecer em duas partes, e Melissa Rosemberg (que tinha melhorado no Eclipse) simplesmente retrocedeu trazendo de volta o clima chato e arrastado dos dois primeiros filmes (Crepúsculo e Lua Nova)

Já sobre o filme não tem nada de diferente:

Robert Pattinson continua muito ruim

a forma que o Eduardo Cullen (ops… me enganei é Edward Cullen) trata a Bella dá a entender que ele gosta mesmo é do Jacob. Kristen Stewart está razoavel no filme. Na minha opinião apenas os atores e atrizes do clã Cullen e o Taylor Lautner salvam o filme

outro ponto ruim do filme foi a forma que as aguardadas cenas foram mostradas (isso mostra que o montador do filme ou estava com preguiça ou tomou muitas dorgas): a transa na lua de mel foi tão curta que quem piscar ou tomar um refri perdeu (será que cortaram o Robert Pattinson estragando o travesseiro pra não queimar o filme dele?) e a cena do parto (que não vi nada demais. o Jogos Mortais usou muito esse tipo de câmera rápida com corte seco) deveria ter sido curta

uma coisa que notei o filme teve algumas e desnecessárias cenas de montagem rápida (parece que a cena do parto empolgou o montador do filme)

quanto a pergunta eu explcarei: é que o Amanhecer - parte 1 teve algumas cenas com cores vermelho, preto e branco (incluindo os créditos com os nomes). Sobre os créditos só faltou terem colocado “Fell in Love With a Girl” ou “Seven Nation Army” do extinto White Stripes que ironicamente era conhecido pelo visual com essas cores (vermelho, preto e branco)

segundo filme da saga Crepúsculo


segundo filme da saga Crepúsculo

por Gibran Teske

Na época eu fui ao cinema assistir esse filme evitando as Crespuletes (o que não consegui no Eclipse), mas aqui vai a sinopse do filme: Depois de quase morrer na sua ex-academia de ballet no Crepúsculo, Bella comemora seu aniversário com os Cullen, porém um corte inesperado faz com que o casal se separe forçando Bella viver sob situações arriscadas, mas a saudade pelo Edward dura pouco quando Bella decide ir atrás do Edward na itália

o filme no geral:

O filme é melhor que o Crepúsculo, a presença de mais ação e a redução do romance emo tornou o filme bem mais dinâmico, e Cris Weitz aproveitou a ausência do Edward para explorar personagens que quase nem apareciam no Crepúsculo

os efeitos especiais estão bem melhores que os do Crepúsculo

Kristen Stewart :
Ela é boa atriz desde os 12 anos (quando fez o filme O Quarto do Pânico) e continua se esforçando muito pra melhorar. Ano que vem possivelmente será candidata ao oscar 2011 com os dramas K-11 (ela interpreta um transexual) e The Runnaways (ela interpreta Joan Jett a interprete do grande hit dos anos 80 "I love rock'n roll")

mas por que estou citando ela? Bem ao assistir o filme eu percebi um detalhe (que eu não tinha percebido quando assisti o filme O Quarto do Pânico no cinema em 2003) no momento que mostram o rosto dela de perto dá claramente para notar que ela é vesga

http://www.omelete.com.br/images/galerias/luanova/luanova_69.jpg
Fonte: Omelete

sinceramente a repetição dos momentos que mostram o rosto da Kristen Stewart de perto dá mais agonia que um filme da série Jogos Mortais

vampiros: Eles continuam com aquelas caracteristicas toscas
essa critica estará em breve no www.cinematronico.com

o segundo filme da saga Crepúsculo

por Gibran @[100002397806243:2048:Teske]

Na época eu fui ao cinema assistir esse filme evitando as Crespuletes (o que não consegui no Eclipse), mas aqui vai a sinopse do filme:  Depois de quase morrer na sua ex-academia de ballet no Crepúsculo, Bella comemora seu aniversário com os Cullen, porém um corte inesperado faz com que o casal se separe forçando Bella viver sob situações arriscadas, mas a saudade pelo Edward dura pouco quando Bella decide ir atrás do Edward na itália 

o filme no geral:

O filme é melhor que o Crepúsculo, a presença de mais ação e a redução do romance emo tornou o filme bem mais dinâmico, e Cris Weitz aproveitou a ausência do Edward para explorar personagens que quase nem apareciam no Crepúsculo

os efeitos especiais estão bem melhores que os do Crepúsculo

Kristen Stewart :
Ela é boa atriz desde os 12 anos (quando fez o filme O Quarto do Pânico) e continua se esforçando muito pra melhorar. Ano que vem possivelmente será candidata ao oscar 2011 com os dramas K-11 (ela interpreta um transexual) e The Runnaways (ela interpreta Joan Jett a interprete do grande hit dos anos 80 "I love rock'n roll")

mas por que estou citando ela? Bem ao assistir o filme eu percebi um detalhe (que eu não tinha percebido quando assisti o filme O Quarto do Pânico no cinema em 2003) no momento que mostram o rosto dela de perto dá claramente para notar que ela é vesga

http://www.omelete.com.br/images/galerias/luanova/luanova_69.jpg
Fonte: Omelete

sinceramente a repetição dos momentos que mostram o rosto da Kristen Stewart de perto dá mais agonia que um filme da série Jogos Mortais

vampiros: Eles continuam com aquelas caracteristicas toscas